Terça-feira, Julho 15, 2008

O Bordel de Lés-a-Lés já começou

* por Fortunato Da COSTA

O Património mais importante de uma Civilização, é o seu Património Intelectual, ou mais vulgarmente designado por: Propriedade Intelectual.

Vejamos quais são as modalidades de Propriedade Intelectual, mais conhecidas:

- Patentes de Invenção, com validade de 20 anos, após a data do pedido;

- Modelos de Utilidade (ou Modelos de Desenho, Pequenas Patentes) com validade de 15 anos, após a data do pedido;

- Direitos de Autor com validade de 70 anos, após o ano da morte do autor;

- Marcas Registadas, de validade ilimitada, desde que se paguem as respectivas anuidades;

- Regiões Demarcadas, ...

As Patentes e os Modelos de Utilidade estão, normalmente, mais vocacionados para o sector secundário (Indústria); os Direitos de Autor para o sector terciário (Serviços); as Regiões Demarcadas para o sector primário (Agricultura e derivados). Sendo as Marcas Registadas, como que o involucro comercial que rotula todos os produtos e serviços que nos rodeiam.

Interessantes são estes termos, e mais bem fundadas as suas intenções: proteger os criadores e garantir o pão (fortuna?) daqueles que usam a massa cinzenta, em benifício da humanidade.

Contudo, a Civilização Humana chegou a um estado de UTOPIA tal que acabou por descarrilar... Então, não é que começaram, a Patentear os métodos que a própria natureza utiliza, para germinar e manter, os ciclos de vida, dos seres que dela fazem parte?

Eu só estou para ver, o que vai acontecer, quando alguém que tenha uns pomares de fruta que herdou dos avós, tenha de pagar Direitos de Propriedade Intelectual, a um estrangeiro qualquer, só porque este registou o Método de Desenvolvimento das Frutas que o tal “herdeiro” lá tem no quintal.

Atenção! Isto já está a acontecer em África, muitos dos produtos agrícolas, foram manipulados geneticamente e os direitos de autor, desses produtos, estão nas mãos, das multinacionais e não da Natureza.

Nos Países ricos, como os Estados Unidos e a União Europeia, subsidia-se o sector primário (agricultura) a um valor tal que nem os Países do Terceiro Mundo conseguem produzir, sendo mais barato comprar aos “Ricos”, do que produzir nos próprios Países Pobres. O Sudão, que era exportador de trigo, hoje tem a sua população a enfrentar a fome, porque os Países “ricos” decidiram não lhes vender mais arroz, ou porque a China paga melhor, ou porque é mais rentável convertê-lo em Biodisel.

Realmente, a Estupidez Humana não tem Limites!

Para além de extrangularmos pela Fome, os Povos dos Continentes mais pobres, agora até direitos de autor, queremos extrair, do que os pobres desgraçados, comem no dia a dia.

Pois, mas o nosso Futuro já é outro... O Património Geográfico deixou de fazer sentido. Hoje... os Países mais vastos, são normalmente os mais pobres, em termos relativos. Porque, os Países mais ricos, arranjaram formas habilidosas de através da tal “Propriedade Intelectual” arrasar os Países mais pobres.

E Lembrem-se! Quando entrar na moda, a Taxa do Dióxido de Carbono, então é que a Tourada da Globalização, vai começar. Imaginem o que é criarem-se restrições ou taxar produtos pela distância percorrida e que embora tenham, uma produção mais barata, por virem de mais longe (da China, por exemplo) vão acabar por ficar mais caros, porque o transporte, desde a origem ao destino final é muito longo, consumindo, portanto, mais dióxido de carbono. Os Chineses têm uma saída, começar a transportar os seus produtos em barcos à vela... Ou seja, “Volta Nau Catrineta, que estás perdoada...”.

Os Países ricos, convenceram os Países pobres, a deixarem-se invadir pelos seus produtos e, agora, que chegou a vez destes venderem os seus produtos, nos Países ricos... jogam-lhes com a Cartada da TAXA DO DIÓXIDO DE CARBONO. Se isto acontecer, a Organização Mundial do Comércio pode fechar as suas portas... Adeus Globalização e voltamos ao principio dos tempos, onde uma colher de terra, vale mais do que uma de ouro.

Portanto, o Património mais importante para um País, deixou de ser o seu Território. E muito menos os Líricos Patrimónios Culturais ou Históricos.

Agora, o Património mais importante de qualquer País é o seu Património em Propriedade Intelectual! Pois, é ele que Suporta a Indústria e Fortalece os Serviços, de uma Economia.

Mas, esta Propriedade Intelectual tem de ser Exportada (Registada Oficialmente) noutros Países, pois, sem ela, estamos desprotegidos nessas economias.

Sem Patentes não há Indústria! E sem Indústria não há Serviços que resistam!! Como diz Sarkozy: “No dia em que a Indústria fechar, os escritórios de serviços ficarão vazios”.

Ou seja, sem Patentes de Invenção não Há Economias Fortes!!

É um facto assumido: cada vez mais, o Património em Propriedade Intelectual é mais importante do que o Património Cultural, Histórico ou até Geográfico!

Quando os Portugueses e os Espanhóis começaram a Descobrir o Mundo, cada vez que chegavam a um novo território, colocavam uma Bandeira, fundavam Praças-Fortes e defendiam-nas, não só, com Unhas e Dentes, mas também, com as próprias Vidas. Porque sabiam que a partir daquele data, aquela região, fazia parte do seu Território Nacional.

A verdade nua e crua, é que uma Invenção é uma Descoberta! Uma Boa Invenção na área do conhecimento, da técnica, da ciência é uma Descoberta tão, ou mais, válida que as descobertas marítimas dos nossos velhos navegadores...

As Invenções Patenteadas, são as novas Armas dos Países Vencedores. É com elas que se conquistam novos Mundos, novos Mercados. Basta, simplesmente, registá-las nos Países que se querem conquistar comercialmente.

É fundamental que o Estado e a Comissão Europeia defendam os Inventos dos seus Nacionais, com a mesma força e determinção com que sempre defenderam as Descobertas Marítimas!

O Estado e a Comissão Europeia, não podem ter taxas tão elevadas (os USA têm a Small Entity onde reduzem para metade todos os custos de Propriedade Intelectual) nem podem levar muito tempo para conceder uma Patente, pois tempo é dinheiro!

Uma Patente, sendo concedida num País da União Europeia tem de ser válida automaticamente para todos os outros Países da União. Caso contrário, estamos sempre em desvantagem perante os Estados Unidos da América.

Não faz sentido o Estado e a Comissão Europeia, cobrarem taxas exageradas antes dos inventos serem comercializados, o Estado só deveria cobrar depois, de os inventos serem comercializados.

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) tem excelentes técnicos e juristas que durante vários anos analisam ao pormenor os Pedidos de Patentes. Mas, depois de a Patente ser concedida o Pobre do Inventor fica desprotegido, à mercê de Advogados Sem Escrúpulos (chicos espertos) que protegem as Empresas que violam a Propriedade Intelectual do POBRE INVENTOR que mal tem dinheiro para comer, quanto mais para se defender.

E, entretanto, em caso de litígios, ou infracções aos direitos de propriedade intelectual, vai tudo encalhar no Tribunal do Comércio.

Como é possível que depois de um organismo do Estado, o INPI, que durante vários anos, com vários peritos, a tomar decisões bem fundamentadas e depois, volta tudo à estaca zero, para as mãos de um outro organismo do mesmo Estado (O Tribunal do Comércio) que vai julgar se o que o primeiro organismo decidiu é válido, ou não?

Mas, o que é isto?

Será que quando o Vasco da Gama descobriu o Caminho Marítimo para Índia, alguém colocou uma acção, contra essa descoberta, no Tribunal de Comércio?

E, depois? Como pode, no Tribunal do Comércio, um Juiz, por vezes, sem formação técnica na matéria, julgar em poucas horas, o que o INPI decidiu durante vários anos, com vários técnicos e juristas? Chegando ao ponto de decidir, por vezes, exactamente o contrário do INPI?

O Estado não pode ter dois Organismos em conflito, desta forma. O Tribunal do Comércio não deve julgar o que o Instituto Nacional da Propriedade Industrial decidiu. Em matéria de propriedade intelectual, o nosso Tribunal do Comércio deveria ser utilizado para julgar casos de litígio de violação de propriedade intelectual de Países terceiros ao nosso território nacional.

Os Inventos são Descobertas! E os Inventores, também, são Descobridores!

O Estado, ELE MESMO, tem de assumir a Defesa da Propriedade Intelectual dos seus nacionais, tal como defende as fronteiras do seu Território, contra tudo e contra todos.

Caso contrário... Vamos mas é fazer do País, um Bordel de Lés-a-Lés!

Talvez, assim, tenhamos uma Economia melhor do que a actual…

Quem Sabe?

= = =

Todos os Direitos de Propriedade Intelectual pertencem a:

* Dr. Fortunato Da COSTA, Mestre em Estudos Europeus pelo Instituto de Estudos Europeus, Licenciado em Administração Pública e Bacharel em Engenharia é Consultor Internacional Perito em Arquitectura Organizacional e Sistemas de Informação, Empresário, Professor, Formador, Orador em Palestras e Conferências, Escritor, Cientista, Inventor, Hipnoterapeuta Clínico Condicionativo, Director da Fitini.NET ConsultinG, podendo ser contactado pelo e-mail: fitini@fitini.net, pelo telefone: +(351)966377939, ou pela morada: Av. 25 Abril, 22, 2-D, 2795-196 Linda-a-Velha, Portugal, Visite: Fitini.NET ConsultinG

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Quinta-feira, Julho 10, 2008

RH Educador

* por Tom Coelho

O RH Educador é uma evolução dos conceitos de RH Operacional e Estratégico, com a missão de promover a qualidade de vida, desenvolver competências, estimular atividades culturais e práticas de responsabilidade socioambiental.

“Necessário é que se reformem as instituições humanas. Isso depende da educação.
Não da educação que faz homens instruídos, mas daquela que forma homens de bem.”
(Allan Kardec)

Primeiro foi o “RH Operacional”, um velho conhecido dos profissionais da área. Trata-se do lendário DP, ou Departamento de Pessoal, berço dos recursos humanos, vinculado a questões meramente burocráticas. Um legado getulista, das conquistas perpetradas pela CLT e das garantias constitucionais.

Depois surgiu o “RH Gerencial”, com foco nas pessoas, recebendo inclusive denominações como “talentos humanos” ou “gestão de pessoas”. O intuito era valorizar o “capital humano” como grande diferencial competitivo.

Mais recentemente entrou em cena o “RH Estratégico”, uma versão com título pomposo e finalidade de aproximar o departamento das decisões corporativas, deixando de ser mero coadjuvante.

Estas três visões de RH coexistem, embora o operacional, eminentemente técnico, viceje na maioria das empresas. Se o gerencial humanizou as corporações, o estratégico voltou a distanciá-las das pessoas, diante da preocupação com o negócio e o resultado traduzido pelo azul na última linha do balanço.

Ainda que harmonizar estes três papéis seja um caminho digno de ser perseguido, um quarto propósito necessita ser considerado. Eu o chamo de “RH Educador” e seu preceito básico é instruir os colaboradores não apenas para a empresa, mas para a vida.

A razão é simples. Educar para a empresa contempla o justo objetivo de buscar a lucratividade. E educar para a vida respeita os imperativos individuais e sociais, suprindo um vácuo há muito deixado pelas instituições públicas e continuamente absorvidas pelas organizações privadas.

São missões deste RH Educador promover a qualidade de vida, mediante refeições nutricionalmente balanceadas e campanhas permanentes de combate ao alcoolismo, tabagismo e outras drogas. Desenvolver competências técnicas, comportamentais, relacionais e valorativas através de programas de treinamento em todos os níveis hierárquicos. Estimular atividades culturais e práticas de responsabilidade socioambiental. Ensinar planejamento financeiro para o bom equilíbrio do orçamento familiar. E estes são apenas alguns exemplos.

O RH não é mais ou menos importante do que qualquer outra divisão dentro de uma companhia, mas igualmente relevante, dentro de uma visão sistêmica. Porém, é o único que pode ser o esteio de transformações edificantes, porque não usa cimento e areia, números e dados como matéria-prima, mas corações e mentes.

* Tom Coelho, com formação em Publicidade pela ESPM, Economia pela USP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, e mestrando em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac, é consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Lyrix Desenvolvimento Humano, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA. Contatos pelo e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br.

Pare de reclamar!

* por Bruno Soalheiro

Como é desagradável na vida convivermos com pessoas que tem o hábito de reclamar, de lamentar, de suspirar constantemente sob o "peso da vida"...

E como é pior ainda quando nós mesmos começamos a sucumbir a este triste vício de comportamento.

Quando reclamamos, o fazemos através de palavras, gestos e emoções. É todo um processo de desgaste e perda de energia, tanto para o que reclama quanto para o que ouve. Nosso semblante, nosso coração, enfim, todo o nosso bem-estar é "envenenado" quando começamos com as reclamações e lamentações.

Verdade já foi dita, e que seja mil vezes repetida: Em qualquer área da vida, reclamar não leva ninguém a nada, falar que "a situação está preta, a crise está pegando, a vida é um fardo pesado e etc. de nada serve, a não ser para desgastar e dissipar energia que poderia ser usada para mudar as coisas.

Se algo em sua vida não vai bem, em relação ao trabalho ou a alguém de seu convívio, não só reclame, mas procure criar caminhos para a mudança. Reclamar é diferente de reivindicar mudança. Quem reclama só quer falar, lamentar, refletir sobre "com a vida é ingrata". Quem reivindica quer mudança, tomada de atitude, modificação de algo em si mesmo, no outro ou no ambiente ao redor.

Na vida pessoal e na carreira é inegável que sempre haverá convívio; seja entre duas, dez ou cem pessoas diferentes. E há coisas nos outros e na "vida" que certamente não vão nos agradar, assim como haverá coisas em nós que não agradarão a muitos.

Sei que você leitor, provavelmente já leu sobre este tema em muitos artigos e pode estar se perguntando: E daí, não é novidade nenhuma que reclamar é perda de tempo!

Concordo, não é novidade; assim como não é novidade que devemos nos exercitar mais, comer menos, ser mais pacientes, evitar beber muito e etc. São coisas que sabemos, mas das quais nos esquecemos, talvez até mesmo por já estarmos cansados de saber.

Então o que eu quero propor nesta semana é uma breve reflexão sobre isto, e embora meus textos sejam muito focados em gestão de carreira, creio que pensar este tema traz benefícios para a vida como um todo.

Vamos pensar sempre se estamos "reclamando por hábito", ou "reivindicando mudanças" para melhor e *criando condições para isto.* Às vezes até parece que é a mesma coisa quando olhamos de longe; mas de perto faz uma diferença enorme!

Até mais!

* Dr. Bruno Soalheiro é Psicólogo e consultor em desenvolvimento humano e organizacional. Associado ao Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização (IBCO) e diretor do Instituto Carpe Diem, empresa que presta serviços a organizações e pessoas que queiram efetuar mudanças e alcançar novos resultados, atuando nas áreas: Estratégia empresarial, Gestão de pessoas e Desenvolvimento pessoal. Skype: brunoconsultoria | MSN :brunosoalheiro@hotmail.com | Site: www.brunosoalheiro.com

A Venda Começa com o Cliente Interno

* por Paulo Araújo

O cliente interno é, sem dúvida, o mais esquecido dos clientes e o primeiro em qualquer processo de vendas.

O cliente interno não é só o colega de trabalho, o pessoal do staff, de apoio ou suporte. É um poderoso aliado que pode em muito contribuir para você aumentar suas vendas e progredir continuamente na carreira.

Conheça seu cliente interno. Não basta só saber o nome ou quem é o dito cujo. Conheça o trabalho que a pessoa realiza. Procure perceber em quê o trabalho dele influencia no seu, como criar uma sinergia entre os processos ou ainda como um pode ajudar o outro em suas funções.

Mantenha-o informado. Sempre mantenha o seu cliente interno a par de como andam suas vendas e a solução dos problemas nos quais ele esteve envolvido. A satisfação do cliente é problema de todos. O grau de comprometimento é sempre maior quando as pessoas se sentem úteis e são chamadas para participar.

Use seu know-how. O cliente interno é sempre expert em algo. Use esse conhecimento para aprimorar a sua estratégia de vendas, seus argumentos para fechamento de negócios ou ainda lidar com as objeções. Seja humilde e aprenda mais sobre os processos da empresa. Com isso você irá aumentar sua visão sistêmica e ter uma noção maior de como funciona o seu negócio e o mercado.

Compartilhe os méritos e as frustrações As três palavrinhas mágicas, "por favor, muito obrigado e desculpe" funcionam sempre. Não há nada pior para qualquer profissional de vendas do que ser visto como aquele sujeito chato, arrogante e que só age por interesse próprio. É comum na área de vendas haverem campanhas, premiações, remunerações variáveis, mas não se esqueça de agradecer, premiar e criar métodos para envolver o cliente interno para um melhor atendimento ao cliente final.

Mude a cultura da sua empresa e lembre sempre a todos de que do departamento de vendas deve fazer parte a empresa inteira. Vendas em alta, clientes satisfeitos e aumento nos lucros são como canja de galinha: não faz mal a ninguém!

* Paulo Araújo é palestrante de motivação e vendas e escritor. Autor de "Desperte seu Talento - dicas essenciais para a sua carreira" - Editora EKO, entre outros livros. Site: www.pauloaraujo.com.br

Planejar é preciso!

* por Bruno Soalheiro

Esta semana tive uma conversa com uma amiga que pretende abrir um "negócio" em sua área de formação, num país distante de nossa terra tupiniquim. Atualmente encontra-se empregada e não anda lá muito satisfeita com a situação. Quer empreender. Viva!

Começamos a conversar e rapidamente ela fez a primeira solicitação: Quero que me indique alguém para fazer "a arte" porque vou mandar fazer uns *folders* e distribuir por aí!

Aí pergunto eu, como bom chato que sou:

Já tem seus fornecedores? Fez uma previsão orçamentária? Clientes alvo, quem são? Definiu a logística? Plano B para o caso da coisa não andar? Canais de venda? Pontos fracos? Oportunidades mapeadas? Blá, blá blá ....

Enfim, ela me achou um chato, e disse que isso tudo é "muito complicado". Ela quer é vender logo! Passei então o email do designer que vai fazer "a arte" e fiz uma oração pelo negócio. Gosto dela; é uma boa amiga.

Se o negócio vai dar certo eu não sei, mas as estatísticas costumam ser imperdoáveis com aqueles que querem já começar as coisas pela execução, sem o devido planejamento; por mais orações que se faça.

No entanto, seja como empreendedores "solo" ou como profissionais liberais em busca de clientes, é isto o que vemos em muitas pessoas. O sujeito faz um cartão (de preferência o mais barato), compra um "quadrado" no jornal local, põe lá sua "arte" (com o telefone embaixo) e acredita que começou um negócio. Haja oração!

Infelizmente nossa cultura imediatista misturada com o quase total desprezo pelo "planejamento claro e objetivo", faz com que muitos tentem atuar profissionalmente, ou mesmo começar um negócio, a partir de uma metodologia que poderíamos definir como a mistura do "samba do crioulo doido" com a"dança do tchá,tchá,tchá"!

Seria muito proveitoso para nós, profissionais brasileiros, entendermos e darmos o devido valor à fase de planejamento de qualquer empreendimento na vida. Seja abrir um negócio, atuar como profissional liberal, procurar um emprego ou mesmo fazer uma festinha de aniversário.

Mudar este aspecto cultural não é simples, mas necessário para quem quer realmente competir no mercado globalizado que temos agora. Muitas vezes o "planejar algo" é mais desgastante do que a própria execução deste "algo"; pois exige concentração, pesquisa, paciência e muito estudo.

Então, seja você um profissional liberal em busca de reconhecimento, alguém que procura um emprego ou um candidato a empresário, jamais deixe de dar extrema atenção a esta fase, pois é dela que dependerá o seu sucesso. Números, projeções e planilhas, por mais chatos que possam parecer, são a base de sustentação de qualquer empreendimento saudável.

Quanto à minha amiga, estamos conversando... Enviei agora mesmo para ela um modelo de *plano de negócios*, para ver se a ajudo a organizar as idéias antes de por a "mão na massa".

Minha esperança é conseguir ajudá-la a planejar minimamente seu novo negócio, e evitar que tenha gastos desnecessários que podem até mesmo inviabilizar seu sonho. É melhor assim, mesmo ela me achando chato, porque depois, se a coisa desandar mesmo, aí não há novena que resolva.

Até mais!

* Dr. Bruno Soalheiro é Psicólogo e consultor em desenvolvimento humano e organizacional. Associado ao Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização (IBCO) e diretor do Instituto Carpe Diem, empresa que presta serviços a organizações e pessoas que queiram efetuar mudanças e alcançar novos resultados, atuando nas áreas: Estratégia empresarial, Gestão de pessoas e Desenvolvimento pessoal. Skype: brunoconsultoria | MSN :brunosoalheiro@hotmail.com | Site: www.brunosoalheiro.com

Domingo, Junho 15, 2008

O InMental Institute abriu em Lisboa

InMental.com

O InMental Institute é um espaço destinado à prática de Psicoterapia, Hipnoterapia, Sonoterapia, Medicina Estética e Plástica entre outras actividades no âmbito da Psico-Fisiologia, e da Hipnologia Condicionativa.

Sempre a pensar no seu bem-estar, orientamo-nos por princípios de Qualidade e Distinção.

Para o servir melhor, os nossos Terapeutas utilizam Metodologias Comprovadas e a mais recente Tecnologia Científica, prestando serviços altamente qualificados em cada área de actuação.

A nossa Missão é cuidar de si como um todo, proporcionando-lhe o equilíbrio perfeito entre Corpo, Mente e Espírito.

Os nossos Serviços principais são:

Psicologia - Psicoterapia

Medicina Estética e Plástica:
Mamoplastias, Obesidade, Anti Envelhecimento, Lipoaspirações, ...

Hipnoterapia no Apoio à Saúde:
Deixar de Fumar, Obesidade, Apneiaterapia, Hipertensão, Tiques, Fobias, Traumas, Gaguez, Compulsividade, Controlo da Dor, Desvios Comportamentais, Impotência Sexual, Distúrbios e traumas sexuais, Distúrbios emocionais, Preparação de pacientes para Pré e Pós Cirurgias, Doenças Psicossomáticas, ...

Hipnoterapia no Apoio Familiar:
Auto-Estima, Timidez, Depressão, Insónia, Dependências Químicas (Álcool, Tabaco, Drogas), Hiperactividade Infantil, ...

Hipnoterapia na vida Profissional:
Força de Vontade, Motivação, Ansiedade, Stress, Fadiga Física e Mental, ...

Hipnoterapia na Empresa:
Motivação Organizacional, Coesão Organizacional, Racionalização Organizacional, ...

Hipnoterapia no Apoio à Educação:
Memorização, Timidez, Depressão, Oratória, Concentração, Distúrbios Comportamentais, ...

Hipnoterapia no Apoio ao Desporto:
Auto-Estima, Depressão, Reflexos, Atitude, Treino Físico, ...

Consulte-nos, também, para outros serviços.

Telefone para:

+(351) 96 888 96 96
+(351) 91 227 07 07
+(351) 91 888 99 16
+(351) 21 242 18 26

Ou Email para:

Info@InMental.com

Veja a nossa página Web:
InMental-Institute.com

Morada:
Av. Visconde Valmor,
35, 4.º Esq.
1050-237 Lisboa
PORTUGAL

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Portas Abertas

* por Tom Coelho

Sair bem de uma empresa é essencial para sua imagem pessoal e profissional. Procure sempre deixar as portas abertas. Lembre-se de que seu antigo empregador será uma referência permanente em seu currículo, acompanhando-o por toda a vida.

“Antes de entrar, pense na saída.”
(Provérbio Italiano)

Diante do dinamismo do mercado de trabalho atual que estimula a mobilidade em todos os níveis hierárquicos, é muito provável que você passe pela experiência de trocar de emprego. Ao fazê-lo, é altamente recomendável adotar uma postura que mantenha abertas as portas da companhia da qual está se retirando.

Os motivos são muitos. Primeiro por uma questão de marketing pessoal, valorizando sua própria imagem como profissional dentro da empresa e perante o mercado. Segundo porque o mundo é pequeno e dá voltas, como se diz por aí. Empresas estão constantemente passando por fusões e incorporações e os executivos estão sempre migrando de uma corporação para outra. Assim, é grande a probabilidade de você voltar a atuar sob a tutela de um mesmo chefe ou conglomerado. E terceiro porque você pode não ser bem sucedido no novo emprego e tentar o retorno ao antigo posto.

Compreendido isso, reflita sobre as sugestões a seguir num eventual processo de transição de emprego.

1. Seja transparente. Ao surgir uma nova oportunidade e após analisá-la, na medida em que as negociações avançarem de forma consistente, reúna-se com o empregador para informá-lo de sua decisão. Jogue aberto e não deixe para comunicar seus passos na última hora – a informação pode chegar por outras fontes e comprometer sua imagem e credibilidade. Lembre-se também de avisar sua equipe de sua saída, procurando tranqüilizá-los.

2. Apresente seus motivos. Se a mudança estiver vinculada a uma grande oportunidade de crescimento pessoal, explique que deseja aproveitá-la, mesmo ciente dos riscos. Se o motivo for um melhor pacote de remuneração, comunique isso com clareza, mas esteja preparado para receber uma eventual contraproposta, podendo aceitá-la ou recusá-la, porém sem jamais entrar em um leilão com os empregadores atuais e potenciais sob o risco de ficar sem nenhum dos dois empregos. Agora, se a mudança deve-se a uma insatisfação com a estrutura da empresa ou com a liderança a que está submetido, prefira argumentar que há uma “incompatibilidade de idéias”, ou seja, use de eufemismos para cair fora com elegância.

3. Prepare a transição. Em verdade, o trabalho de preparar um sucessor é atribuição de todo bom profissional e deve ser iniciado logo ao ingressar na empresa. Afinal, você se torna insubstituível quando se torna substituível. Todavia, se conduziu seu cargo com mão de ferro, num estilo centralizador, deverá se desdobrar para selecionar em sua equipe a pessoa que julgar mais qualificada e instruí-la para assumir suas responsabilidades. É uma questão primordial e de respeito para com a companhia sair deixando-a em condições de prosseguir com sua rotina.

4. Elabore um manual. Faça um manual de procedimentos gerenciais contemplando aspectos tidos como fundamentais à luz de sua experiência diante da organização. Encare o documento, de algumas páginas, como um último relatório de suas atividades, procurando orientar seu substituto e aproveitando para registrar as conquistas auferidas durante sua gestão.

5. Dê assistência. A rigor, a legislação brasileira pede um aviso prévio de 30 dias. Se for possível, permaneça à frente dos negócios por este período ou, no mínimo, por 15 dias, a fim de contribuir com o processo de transição. Porém, se o início na outra empresa for imediato, coloque-se à disposição para esclarecer dúvidas por telefone ou e-mail dentro do mesmo prazo em que cumpriria o aviso prévio. Evidentemente, esta colaboração deve ser feita sem interferir em sua nova atividade.

6. Negocie a rescisão. Suas verbas rescisórias são direitos adquiridos. Faça uma negociação justa, evitando cair na armadilha de empresas que procuram se esquivar de suas obrigações sob o pretexto de deixarem as portas abertas. Considere até mesmo nomear um procurador para representá-lo.

As dicas acima foram postuladas sob a ótica do profissional que pede seu desligamento da empresa. É óbvio que no caso de uma demissão sumária, inclusive aquelas com aviso prévio indenizado, o quadro é outro. Entretanto, mesmo nesta situação, vale o alerta de que demonstrar amargura ou reclamar não ajudará em nada. Sempre, sempre demonstre apreço por ter trabalhado na companhia, mesmo que tenha abominado a experiência. Inclusive esta deve ser sua conduta quando entrevistado por outra organização.

No caso de a transição em curso ser para uma empresa concorrente, é evidente que não haverá a possibilidade de cumprir aviso ou dar assistência nos moldes propostos. Nesta circunstância, a transparência ganha relevância suprema, estando associada à ética e ao profissionalismo no que tange ao respeito ao sigilo dos dados estratégicos da companhia demissionária.

Por fim, lembre-se de que seu antigo empregador será uma referência permanente em seu currículo, acompanhando-o por toda a vida. Cultive uma boa imagem. É um patrimônio que vale preservar.

* Tom Coelho, com formação em Publicidade pela ESPM, Economia pela USP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, e mestrando em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac, é consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Lyrix Desenvolvimento Humano, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA. Contatos pelo e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br

Manuais do sucesso: será que funcionam?

* por Bruno Soalheiro

Em busca do sucesso na profissão, muitas pessoas, pelo menos as mais dedicadas, costumam procurar no mercado por informações relevantes que possam ajudá-las a gerenciar melhor suas carreiras. E a forma mais tradicional de se fazer isto é pesquisando textos na internet ou comprando livros de *"auto-ajuda profissional"*

Acontece que cada vida é uma, cada ser é um, e cada contexto é único. Concorda?

Levando isto em conta, será que é realmente possível uma pessoa que nunca te viu, nem mesmo conhece sua realidade, contribuir para seu crescimento profissional através de livros e artigos?

Nos últimos tempos alguns autores competentes têm questionado muito o uso de *manuais profissionais* ou *fórmulas prontas *para o sucesso. E realmente o que não falta, em especial de dez anos pra cá, são livros sobre "seja assim", "aja assado", "desenvolva isso" ou "transforme-se naquilo"; enfim, uma série de apontamentos e dicas prontas que prometem o tão almejado sucesso profissional.

Longe de acreditar que seguir cegamente estas dicas pode mesmo levar alguém ao sucesso, também não quero concordar com os que acham que elas não podem ser úteis quando devidamente compreendidas e aplicadas no contexto da existência de cada um.

Meu ponto de vista é que decorar e aplicar "dicas e sugestões" sem fazer uma profunda revisão de si e de seus objetivos é mesmo insuficiente, e acaba produzindo uma espécie de profissional "automatizado", meio robótico e sem autenticidade verdadeira, o que definitivamente *não é *o que o mercado busca.

Por outro lado, pouco adianta você descobrir seu sonho de vida, passar a ser uma pessoa centrada, com energia e entusiasmo, se não tiver acesso aos * comportamentos* que são mais valorizados hoje, e que muitas vezes são bem descritos em alguns destes "manuais".

Portanto, sou da opinião de que não é isso "ou" aquilo, é isso "e" aquilo.

Precisamos sim, conhecer as dicas e as "fórmulas prontas" que nos são passadas muitas vezes por pessoas que alcançaram o sucesso e viveram experiências edificantes, mas devemos ter a maturidade e o discernimento para realmente as entendermos e desenvolvermos em alinhamento com nossa personalidade e nossa essência.

A questão aqui é bom senso. Digo isto porque costumo ver pessoas em pólos opostos na maioria das vezes. De um lado os que consomem vorazmente este tipo de leitura, acreditam que é "receita de bolo" e algumas vezes se frustram porque não deu tudo certo "como estava no livro/'.

Do outro lado temos os céticos, que debocham e ignoram este tipo de material, preferindo agir de acordo com suas próprias percepções do mundo. São pessoas que muitas vezes acabam deixando de conhecer "experiências e comportamentos" compartilhados por autores, e que poderiam muito bem ajudar em suas carreiras, desde que encaradas com senso crítico.

Então fica a dica, artigos e "manuais" funcionam sim, desde que saibamos interpretá-los com inteligência e bom senso, entendendo suas limitações e buscando tirar proveito de suas preciosas sugestões.

Até mais!

* Dr. Bruno Soalheiro é Psicólogo e consultor em desenvolvimento humano e organizacional. Associado ao Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização (IBCO) e diretor do Instituto Carpe Diem, empresa que presta serviços a organizações e pessoas que queiram efetuar mudanças e alcançar novos resultados, atuando nas áreas: Estratégia empresarial, Gestão de pessoas e Desenvolvimento pessoal.
Skype: brunoconsultoria | MSN :brunosoalheiro@hotmail.com | Site: www.brunosoalheiro.com

Sexta-feira, Junho 06, 2008

Os PLUGINS e PATCHES do Software Psicológico

* por Fortunato Da COSTA
InMental-Institute.com

O que nos leva a fazer exactamente o contrário do que a nossa Consciência nos diz?

Porque Comemos, Bebemos, nos Drogamos, Jogamos, Fumamos, ... até ao limite das nossas capacidades?

O que nos leva a ir ao Frigorífico, a meio da noite, para comer e beber até não podermos mais?

O nosso Sentido Crítico diz-nos que não devemos, NÃO PODEMOS... no entanto, fazemos precisamente o contrário.

E porque é que a Medicina não tem capacidade técnica para resolver este tipo de problemas?

Simplesmente, porque estas anomalias, estão no âmbito dos problemas do Software Psicológico e não do Hardware Fisiológico.

O Fisiológico é como se fosse o Hardware do Computador e o Psicológico é como se fosse o Software que opera dentro do Computador.

A Medicina, com os seus remédios, cirurgias, destina-se a tratar dos problemas do foro Fisiológico, ou seja, do nosso Hardware Fisiológico. E quando existem anomalias no nosso Software Psicológico, é a Psicologia que se deveria ocupar delas.

Existe uma ténue área – a Psiquiatria – onde as coisas se podem misturar: o caso de lesões físicas no nosso hardware fisiológico que contém o, próprio, software psicológico, como danos físicos no nosso cérebro, que pode afectar directamente o nosso sistema racional. O caso de um acidente, onde uma pancada ou um objecto destrói parte do nosso cérebro. Ou uma má formação genética, como o mongolismo, entre outros exemplos.

Se compararmos um computador a um ser humano, tudo se torna mais fácil de compreender.

Os periféricos de entrada de dados equivalem aos nossos sentidos ouvidos (audição), olhos (visão), nariz (olfacto), dedos/mãos/pele (tacto), língua (paladar). O falar, cantar, escrever é a forma de saída de informação. E no nosso cérebro temos a memória RAM que equivale ao nosso consciente e o disco duro equivale ao nosso Inconsciente. Estando também no nosso cérebro o tal UCP (Unidade Central de Processamento) que equivale à unidade de processamento racional do ser humano.

Os problemas do Foro Psicológico são de complexidade superior para a Medicina, Psiquiatria e Psicologia, tradicionais, porque estas têm dificuldades em aceitar que um ser humano é basicamente um computador biológico, com capacidade para interagir com o meio ambiente, através dos seus periféricos de entrada e saída de dados.

E o problema torna-se ainda mais complicado de perceber, e muito mais de resolver, quando aquilo que o paciente diz, não tem nada a ver com a Verdade que lhe vai lá bem no fundo, no fundo do seu INCONSCIENTE. Simplesmente porque ele, quando fala com o médico ou psicólogo, está a falar utilizando a Lógica e Memória Conscientes.
Ainda por cima quando, na realidade, as Pulsões que o levam a fazer aquilo que NÃO DEVE... estão bem enraizadas no seu INCONSCIENTE e ele tão pouco as sabe, porque estão fora do alcance do seu Consciente!

Infelizmente quer o Médico, quer o Psiquiatra, ou o Psicólogo tradicionais, não têm metodologias para interagir com o Inconsciente do paciente, por isso andam às apalpadelas, por vezes vários anos, sem nunca solucionarem os verdadeiros problemas do foro do software psicológico do paciente...

Se aceitarmos que somos, também, computadores biológicos, tudo se torna mais fácil.

Podemos Desenvolver e Implementar Softwares Psicológicos que actuam directamente ao nível do Inconsciente, tal como Softwares Informáticos, Plugins ou Patches, que são especificamente desenhados, programados e utilizados para resolver eficazmente os problemas específicos e pontuais do Software Psicológico da Mente Humana.

Vamos introduzir alguns conceitos novos: (1) para uma definição mais concisa, vamos definir PATCH Psicológico, como programação específica para resolver problemas ou corrigir defeitos do Software Psicológico; (2) PLUGIN Psicológico, como programação específica para melhorar o Software Psicológico e (3) UPGRADE Psicológico programação destinada a melhorar ou restaurar determinadas funções da nossa Mente.

Aqui vos apresento alguns dos PLUGINS, PATCHES e UPGRADES, desenhados e programados por mim mesmo para, em função da especificidade dos problemas do software psicológico do paciente, poderem actuar ao nível do Inconsciente e lhe resolverem essas anomalias.

Portanto, faça como o Apóstolo São Tomé, se tiver um deste tipo de situações que pretenda resolver, experimente... e logo verá se funcionam ou não:

Plugins ou Patches Psico-Fisiológicos:

Sonoterapia Anti Ressono
Terapia do Bem Dormir
Terapia Anti Tabaco
Terapia Anti Obesidade
Terapia do Equilibrio Sexual
Terapia Equilibrio Emocional
Terapia Anti Vícios
Terapia Anti Fadiga/Stress

Plugins ou Patches Psicológicos Individuais:

Terapia Contra a Timidez
Terapia da Auto Estima
Terapia da Confiança
Terapia Anti Ansiedade
Terapia Contra os Medos
Higienização Mental

Plugins ou Patches Psicológicos para Profissionais:

Terapia da Motivação Individual
Terapia da Potenciação da Memória
Terapia da Potenciação do Racional
Terapia da Potenciação da Inteligência
Terapia da Potenciação do Conhecimento
Terapia da Potenciação Profissional
Terapia da Potenciação Desportiva
Terapia da Potenciação Estudantil
Terapia para o Bom Comportamento
Terapia para a Boa Disciplina

Plugins ou Patches Psicológicos para Organizações:

Terapia da Motivação Organizacional
Terapia da Coesão Organizacional
Terapia da Racionalização Organizacional

A propósito! Podem-se desenvolver e programar Plugins, Patches ou Upgrades Psicológicos para outros problemas específicos… claro, desde que sejam do âmbito do Foro Psicológico.

Acreditamos que estes conceitos originais possam chocar os mais conservadores e desculpem-me a confrontalidade. Mas, tempo é dinheiro e a vida já é demasiado curta para esperar que todos estejamos de acordo.

Pois, tudo isto é mais um “DEJA VU”, faz parte da evolução, a inovação choca sempre a quem não lhe convém.

Só há uma solução, experimentem, testem e vejam se tenho ou não razão...

= = =

Todos os Direitos de Propriedade Intelectual pertencem a:

* Dr. Fortunato Da COSTA, Mestre em Estudos Europeus pelo Instituto de Estudos Europeus, Licenciado em Administração Pública e Bacharel em Engenharia é Consultor Internacional Perito em Arquitectura Organizacional e Sistemas de Informação, Empresário, Professor, Formador, Orador em Palestras e Conferências, Escritor, Cientista, Inventor, Hipnoterapeuta Hipnólogo Clínico Condicionativo, Director da Fitini.NET ConsultinG, podendo ser contactado pelo e-mail: fitini@fitini.net, pelo telefone: +(351)966377939, ou pela morada: Av. 25 Abril, 22, 2-D, 2795-196 Linda-a-Velha, Portugal, Visite: Fitini.NET ConsultinG

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Direitos de Autor totalmente protegidas Mundialmente pela Lei, Desde 2008.

Quinta-feira, Junho 05, 2008

*Relaxa!*

* por Bruno Soalheiro

Quem costuma ler meus artigos semanalmente, já deve ter percebido que tenho o hábito de ser bem otimista em relação ao que pode acontecer em nossas carreiras se nos dedicarmos realmente a entender como funciona o mundo atual e procurarmos nos adaptar a ele.

Pois esta semana continuo otimista, mas quero falar de algo mais delicado: quando as coisas dão errado! E elas dão!

Veja bem: Você vai ler artigos, estudar, procurar se desenvolver, preparar um belo currículo, acompanhar as revistas de negócio, fazer a barba direitinho, arrumar bem o cabelo, criar serviços legais para oferecer e... As coisas vão dar errado.

Sim, isto vai acontecer! Uma vez, duas vezes, dez vezes! Creio que não temos números exatos a respeito, mas para cada "sim" que você receber na vida há um monte de "nãos" que vão esfregar em sua cara. Comigo tem sido assim, e com muita gente que conheço também!

Isto quer dizer que você não é bom o suficiente? Não se preparou direito? Abordagem errada? Não engraxou o sapato? Erro de português? Má negociação? Te viram cutucando o nariz? Relaxa!

Pode até ser que você precise evoluir em alguns aspectos na sua busca por uma carreira de sucesso. Mas entenda: muitas vezes, mesmo fazendo tudo direitinho, lá na frente a coisa não vai dar em nada! Vão dizer: Não, obrigado!

Por quê? Porque a vida é assim ora! Respostinha miserável esta minha não? Oh sabedoria!

Mas a verdade, amigo, é que é isto mesmo. Cada um de nós tem sua história particular e seus desafios a vencer. As coisas não acontecem necessariamente na hora em que queremos, mas na hora em que elas "acontecem". E nosso papel é continuar na busca, na luta, na viagem!

Que legal! Você perde seu precioso tempo lendo meu artigo para eu ficar com esta filosofia barata de boteco na sua cabeça... É que às vezes precisamos voltar ao boteco mesmo, pedir um tira-gosto e espairecer. Aqui em Minas fazemos bastante isto!

Ocasionalmente alguns leitores me escrevem, às vezes angustiados porque fizeram *isto e aquilo*, mas coisa não andou como "imaginaram". Já outros falam de oportunidades surgidas quando menos esperavam, pois estavam sempre se preparando apesar dos "nãos" recebidos constantemente.

Pois que se saiba que eu também faço vários *"istos e aquilos"*, e UM TANTO de vezes a coisa dá em absolutamente nada! __ Não obrigado; não queremos mais um colunista! __ Não obrigado, já temos um consultor de confiança! __ Não obrigado, já há quem faça isto para nós... __ Não, obrigado, não quero um consultor de carreira...

Perdi a conta de quantas negativas já recebi e ainda "recebo" nesta vida diariamente. Mas se eu parar... Ora, já disse Raul Seixas: ...A cabeça não agüenta!

Então caro leitor, em nome de seu bem estar e de sua carreira, faça-se um favor: Lute, estude, informe-se, atualize-se, aprimore-se, "*leia meus artigos"*,projete, desenvolva, apresente, negocie, procure, crie oportunidades! Mas olha, de vez em quando, pelo amor de Deus, senta no boteco, desabotoa o cinto, desliga o celular, esquece dos problemas, pede um bendito de um tira-gosto e: relaxa!!!

Até mais.

* Dr. Bruno Soalheiro é Psicólogo e consultor em desenvolvimento humano e organizacional. Associado ao Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização (IBCO) e diretor do Instituto Carpe Diem, empresa que presta serviços a organizações e pessoas que queiram efetuar mudanças e alcançar novos resultados, atuando nas áreas: Estratégia empresarial, Gestão de pessoas e Desenvolvimento pessoal.
Skype: brunoconsultoria | MSN :brunosoalheiro@hotmail.com | Site: www.brunosoalheiro.com

Quarta-feira, Junho 04, 2008

O Talento e a Cultura Organizacional

* por Paulo Araújo

Assim como qualquer pessoa toda empresa tem o seu jeito de ser, crenças e valores profundamente arraigados e normas que não estão escritas em nenhum lugar, mas que todos sabem que existem. Cultura organizacional é isso. Esse jeito de ser, essa personalidade que foi sendo construída no decorrer do tempo. A cultura influencia no modelo de gestão, no estilo da liderança, no grau de comprometimento da equipe. Veja como usar a cultura para melhorar a sua performance.

Decifre a cultura da sua empresa. Você já parou para pensar como as coisas realmente funcionam no seu local de trabalho? Preste atenção principalmente no estilo de liderança da alta administração. Como é a postura, grau de inovação, disposição para mudar? Podemos ir até mais fundo e ficar atentos ao modo de se vestir das pessoas, as instalações físicas, móveis e equipamentos, tudo isso nos dá uma idéia clara do grau de arrojo, modernidade ou formalidade que imperam na organização.

Adapte-se a cultura. Não gostar de alguma coisa e tentar mudar é normal, mas não gostar de nada não é nada saudável para a sua carreira. Perceba o quanto suas crenças e valores são compatíveis com os da empresa em que trabalha. Caso o seu jeito de ser literalmente não combine com os da empresa o melhor a fazer é buscar um novo rumo e não ficar sofrendo com o grau de incompatibilidade existente.

Apresente a cultura da empresa. Sempre divulgue as realizações da empresa, as políticas sociais e ecologicamente corretas, certificações de qualidade e prêmios conquistados. Faça com que seu cliente e equipe percebam que fazem parte de algo que realmente age para agregar valor à sociedade.

Estar disposto a conhecer e se adaptar a cultura da sua empresa, desde que não vá contra suas convicções e crenças, só pode fazer bem a sua carreira. No final das contas é sempre o jeito de ser, a personalidade de qualquer negócio que determina o seu sucesso ou fracasso.

* Paulo Araújo - palestrante e escritor. Autor de "Desperte seu Talento - dicas essenciais para a sua carreira" - Editora EKO, entre outros livros. Site:www.pauloaraujo.com.br

Quinta-feira, Maio 29, 2008

Uma Invenção é mais do que uma Descoberta!

* por Fortunato Da COSTA

O Património mais importante de uma Civilização, é o seu Património Intelectual, ou mais vulgarmente designado por: Propriedade Intelectual.

As modalidades de Propriedade Intelectual, mais conhecidas, são:

- Patentes de Invenção, com validade de 20 anos, após a data do pedido;

- Modelos de Utilidade (ou Modelos de Desenho, Pequenas Patentes) com validade de 15 anos, após a data do pedido;

- Direitos de Autor com validade de 70 anos, após o ano da morte do autor;

- Marcas Registadas, de validade ilimitada, desde que se paguem as respectivas anuidades;

- Regiões Demarcadas, ...

As Patentes e os Modelos de Utilidade estão, normalmente, mais vocacionados para o sector secundário (Indústria); os Direitos de Autor para o sector terciário (Serviços); as Regiões Demarcadas para o sector primário (Agricultura e derivados). Sendo as Marcas Registadas, como que o involucro comercial que rotula todos os produtos e serviços que nos rodeiam.

Interessantes são estes termos, e mais bem fundadas as suas intenções: proteger os criadores e garantir o pão (fortuna?) daqueles que usam a massa cinzenta, em benifício da humanidade.

Contudo, a Civilização Humana chegou a um estado de UTOPIA tal que acabou por descarrilar... Então, não é que começaram, a Patentear os métodos que a própria natureza utiliza, para germinar e manter, os ciclos de vida, dos seres que dela fazem parte?

Eu só estou para ver, o que vai acontecer, quando alguém que tenha uns pomares de fruta que herdou dos avós, tenha de pagar Direitos de Propriedade Intelectual, a um estrangeiro qualquer, só porque este registou o Método de Desenvolvimento das Frutas que o tal “herdeiro” lá tem no quintal.

Atenção! Isto já está a acontecer em África, muitos dos produtos agrícolas, foram manipulados geneticamente e os direitos de autor, desses produtos, estão nas mãos, das multinacionais e não da Natureza.

Nos Países ricos, como os Estados Unidos e a União Europeia, subsidia-se o sector primário (agricultura) a um valor tal que nem os Países do Terceiro Mundo conseguem produzir, sendo mais barato comprar aos “Ricos”, do que produzir nos próprios Países Pobres. O Sudão, que era exportador de trigo, hoje tem a sua população a enfrentar a fome, porque os Países “ricos” decidiram não lhes vender mais arroz, ou porque a China paga melhor, ou porque é mais rentável convertê-lo em Biodisel.

Realmente, a Estupidez Humana não tem Limites!

Para além de extrangularmos pela Fome, os Povos dos Continentes mais pobres, agora até direitos de autor, queremos extrair, do que os pobres desgraçados, comem no dia a dia.

Pois, mas o nosso Futuro já é outro... O Património Geográfico deixou de fazer sentido. Hoje... os Países mais vastos, são normalmente os mais pobres, em termos relativos. Porque, os Países mais ricos, arranjaram formas habilidosas de através da tal “Propriedade Intelectual” arrasar os Países mais pobres.

E Lembrem-se! Quando entrar na moda, a Taxa do Dióxido de Carbono, então é que a Tourada da Globalização, vai começar. Imaginem o que é criarem-se restrições ou taxar produtos pela distância percorrida e que embora tenham, uma produção mais barata, por virem de mais longe (da China, por exemplo) vão acabar por ficar mais caros, porque o transporte, desde a origem ao destino final é muito longo, consumindo, portanto, mais dióxido de carbono. Os Chineses têm uma saída, começar a transportar os seus produtos em barcos à vela... Ou seja, “Volta Nau Catrineta, que estás perdoada...”.

Os Países ricos, convenceram os Países pobres, a deixarem-se invadir pelos seus produtos e, agora, que chegou a vez destes venderem os seus produtos, nos Países ricos... jogam-lhes com a Cartada da TAXA DO DIÓXIDO DE CARBONO. Se isto acontecer, a Organização Mundial do Comércio pode fechar as suas portas... Adeus Globalização e voltamos ao principio dos tempos, onde uma colher de terra, vale mais do que uma de ouro.

Portanto, o Património mais importante para um País, deixou de ser o seu Território. E muito menos os Líricos Patrimónios Culturais ou Históricos.

Agora, o Património mais importante de qualquer País é o seu Património em Propriedade Intelectual! Pois, é ele que Suporta a Indústria e Fortalece os Serviços, de uma Economia.

Mas, esta Propriedade Intelectual tem de ser Exportada (Registada Oficialmente) noutros Países, pois, sem ela, estamos desprotegidos nessas economias.

Sem Patentes não há Indústria! E sem Indústria não há Serviços que resistam!! Como diz Sarkozy: “No dia em que a Indústria fechar, os escritórios de serviços ficarão vazios”.

Ou seja, sem Patentes de Invenção não Há Economias Fortes!!

É um facto assumido: cada vez mais, o Património em Propriedade Intelectual é mais importante do que o Património Cultural, Histórico ou até Geográfico!

Quando os Portugueses e os Espanhóis começaram a Descobrir o Mundo, cada vez que chegavam a um novo território, colocavam uma Bandeira, fundavam Praças-Fortes e defendiam-nas, não só, com Unhas e Dentes, mas também, com as próprias Vidas. Porque sabiam que a partir daquele data, aquela região, fazia parte do seu Território Nacional.

A verdade nua e crua, é que uma Invenção é uma Descoberta! Uma Boa Invenção na área do conhecimento, da técnica, da ciência é uma Descoberta tão, ou mais, válida que as descobertas marítimas dos nossos velhos navegadores...

As Invenções Patenteadas, são as novas Armas dos Países Vencedores. É com elas que se conquistam novos Mundos, novos Mercados. Basta, simplesmente, registá-las nos Países que se querem conquistar comercialmente.

É fundamental que o Estado e a Comissão Europeia defendam os Inventos dos seus Nacionais, com a mesma força e determinção com que sempre defenderam as Descobertas Marítimas!

O Estado e a Comissão Europeia, não podem ter taxas tão elevadas (os USA têm a Small Entity onde reduzem para metade todos os custos de Propriedade Intelectual) nem podem levar muito tempo para conceder uma Patente, pois tempo é dinheiro!

Uma Patente, sendo concedida num País da União Europeia tem de ser válida automaticamente para todos os outros Países da União. Caso contrário, estamos sempre em desvantagem perante os Estados Unidos da América.

Não faz sentido o Estado e a Comissão Europeia, cobrarem taxas exageradas antes dos inventos serem comercializados, o Estado só deveria cobrar depois, de os inventos serem comercializados.

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) tem excelentes técnicos e juristas que durante vários anos analisam ao pormenor os Pedidos de Patentes. Mas, depois de a Patente ser concedida o Pobre do Inventor fica desprotegido, à mercê de Advogados Sem Escrúpulos (chicos espertos) que protegem as Empresas que violam a Propriedade Intelectual do POBRE INVENTOR que mal tem dinheiro para comer, quanto mais para se defender.

E, entretanto, em caso de litígios, ou infracções aos direitos de propriedade intelectual, vai tudo encalhar no Tribunal do Comércio.

Como é possível que depois de um organismo do Estado, o INPI, que durante vários anos, com vários peritos, a tomar decisões bem fundamentadas e depois, volta tudo à estaca zero, para as mãos de um outro organismo do mesmo Estado (O Tribunal do Comércio) que vai julgar se o que o primeiro organismo decidiu é válido, ou não?

Mas, o que é isto?

Será que quando o Vasco da Gama descobriu o Caminho Marítimo para Índia, alguém colocou uma acção, contra essa descoberta, no Tribunal de Comércio?

E, depois? Como pode, no Tribunal do Comércio, um Juiz, por vezes, sem formação técnica na matéria, julgar em poucas horas, o que o INPI decidiu durante vários anos, com vários técnicos e juristas? Chegando ao ponto de decidir, por vezes, exactamente o contrário do INPI?

O Estado não pode ter dois Organismos em conflito, desta forma. O Tribunal do Comércio não deve julgar o que o Instituto Nacional da Propriedade Industrial decidiu. Em matéria de propriedade intelectual, o nosso Tribunal do Comércio deveria ser utilizado para julgar casos de litígio de violação de propriedade intelectual de Países terceiros ao nosso território nacional.

Os Inventos são Descobertas! E os Inventores, também, são Descobridores!

O Estado, ELE MESMO, tem de assumir a Defesa da Propriedade Intelectual dos seus nacionais, tal como defende as fronteiras do seu Território, contra tudo e contra todos.

Caso contrário... Vamos mas é fazer do País, um Bordel de Lés-a-Lés!

Talvez, assim, tenhamos uma Economia melhor do que a actual…

Quem Sabe?

= = =

Todos os Direitos de Propriedade Intelectual pertencem a:

* Dr. Fortunato Da COSTA, Mestre em Estudos Europeus pelo Instituto de Estudos Europeus, Licenciado em Administração Pública e Bacharel em Engenharia é Consultor Internacional Perito em Arquitectura Organizacional e Sistemas de Informação, Empresário, Professor, Formador, Orador em Palestras e Conferências, Escritor, Cientista, Inventor, Hipnoterapeuta Clínico Condicionativo, Director da Fitini.NET ConsultinG, podendo ser contactado pelo e-mail: fitini@fitini.net, pelo telefone: +(351)966377939, ou pela morada: Av. 25 Abril, 22, 2-D, 2795-196 Linda-a-Velha, Portugal, Visite: Fitini.NET ConsultinG

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Quarta-feira, Maio 28, 2008

Bons tempos para profissionais empreendedores!

* por Bruno Soalheiro

Empreendedorismo é um termo bastante em alta e discutido cada vez mais neste país. Percebo, no entanto, ao conversar com algumas pessoas conhecidas, que a visão "popular" que se tem do termo está bastante associada a "montar um negócio ou empresa".

Tudo bem que isto é mesmo empreender, mas penso ser importante compartilhar com o leitor uma visão muito mais ampla e democrática do termo. Faço isto porque verifico que jovens em início de carreira, estejam empregados ou atuando como profissionais liberais, dão pouca importância ao tema por acreditar que não diz respeito a eles, já que não querem "abrir um negócio"!

Empreender é atitude! É postura e posicionamento na vida. Tem a ver com conhecimento técnico sim, mas muito mais com desenvolvimento comportamental, foco, persistência, entusiasmo e paixão. E tem muito a ver com PLANEJAMENTO!

Diversos profissionais liberais e jovens recém egressos passam hoje por agruras, sem encontrar um lugar no mundo do trabalho por falta desta característica. Ora, até para se procurar emprego hoje é preciso empreender. É preciso planejar, buscar informação, preparar-se, informar-se e agir. Tem gente que nem procurar emprego sabe, quanto mais conseguir clientes como profissional liberal.

Veja bem, o que vai fazer você conseguir ou não clientes e arranjar ou não um emprego não é a qualidade técnica que você apresenta em seu campo de trabalho, e sim a postura empreendedora que você adotar para "impulsionar" o uso desta qualidade técnica, que é claro, deve ser excelente.

O médico mais solicitado não é necessariamente o que tirou as melhores notas ou estudou nas melhores faculdades, e sim aquele que sabe "fazer clientes", criar sua imagem, ou seja, empreende como forma de "vender" sua qualidade técnica.

Empreendedorismo é comportamento! É modo de atuação! Não é abrir empresa apenas.

Com as novas tendências em gestão de pessoas do mercado, até mesmo para ser um "empregado" já se exige postura empreendedora. É gente que tem idéia, planeja, organiza, faz, erra, refaz, muda aqui, mexe ali, estuda, procura, remexe outra vez, cai, levanta e faz acontecer o que quer que seja; um emprego, uma festa, uma carteira de clientes ou mesmo organizar um passeio.

A má notícia é que a maioria de nós não foi criada para empreender, e sim para executar, acatar, obedecer e não transgredir. Resultado? O sujeito se forma e fica igual uma planta, sem saber o que fazer; alguns poucos dão sorte e "acontecem" em suas profissões, mas a maioria sobra, e acaba ocupando postos de trabalho que nada tem a ver com aquilo que queriam, ganhando pouco e infelizes. Alguém falou em depressão aí?

Já as boas notícias são que empreender é um comportamento que pode ser desenvolvido por qualquer um, e que jamais houve um tempo tão propício para se fazer isto. Entidades, empresas, ONGs, grupos independentes e órgãos governamentais, todos estão aí, fomentando o tal empreendedorismo como forma de despertar na população uma postura mais ativa e realizadora na vida.

Se você vai se graduar em breve, se é um profissional em início de carreira ou se sente que está "estagnado" ou sem rumo, aí vai uma dica. Estude sobre empreendedorismo, entenda este comportamento e procure aplicá-lo a todas as esferas da sua vida. Você perceberá com o tempo que será muito mais "dono de si" e capaz de realizar coisas maravilhosas.

Divulgo esta mensagem porque acredito que só o empreendedorismo pode salvar este país e nos ajudar a construir um futuro melhor. Só o empreendedorismo é capaz de criar pessoas ativas, responsáveis, realizadoras e donas de suas vidas. Pessoas que não esperam acontecer nem ficam protestando para que a sociedade arranje um lugar para elas.

Pessoas que dão o passo,correm o risco, sacodem a poeira e fazem a vida acontecer.
Por isso, empreenda, você não vai se arrepender, e o país agradece!

* Dr. Bruno Soalheiro é Psicólogo e consultor em desenvolvimento humano e organizacional. Associado ao Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização (IBCO) e diretor do Instituto Carpe Diem, empresa que presta serviços a organizações e pessoas que queiram efetuar mudanças e alcançar novos resultados, atuando nas áreas: Estratégia empresarial, Gestão de pessoas e Desenvolvimento pessoal.
Skype: brunoconsultoria | MSN :brunosoalheiro@hotmail.com | Site: www.brunosoalheiro.com

O Mundo Perfeito

* por Tom Coelho

O desejo de fazer o ótimo dilacera a possibilidade de fazer o bom. E, no final, nada é concretizado. Livros que não são escritos, músicas que não são compostas, poesias que não são declamadas.

“Busque a alta qualidade, não a perfeição.”
(H. Jackson Brown Jr.)

Você é encarregado de preparar um determinado projeto. Em verdade, você mesmo candidatou-se a esta tarefa, pois conhece o assunto como poucos e está certo de que poderá contribuir com sua equipe. Assim, bastariam algumas horas de transpiração diante da tela do computador para produzir uma primeira versão do documento que seria apresentada aos seus pares propiciando debates e a elaboração de uma versão posterior, mais densa e melhor estruturada.

Todavia, seu nível pessoal de exigência impede-o de redigir uma proposta sem antes promover todo um trabalho de pesquisa para embasar sua tese. Mas pesquisa demanda tempo e o tempo é a matéria-prima mais escassa do mundo moderno. Passa-se uma semana, duas, um mês. O projeto não sai de seu pensamento e não vai para o papel. Você se angustia, perde o prazo e a credibilidade com seus colegas. E consigo mesmo.

O exemplo acima pode representar um projeto profissional. Pode também ilustrar um trabalho acadêmico ou mesmo uma ação filantrópica. O fato é que em qualquer um dos casos o desejo de fazer o ótimo dilacerou a possibilidade de fazer o bom. E, no final das contas, nada foi concretizado, o que significa um resultado péssimo.

Convido você a fazer igual analogia com outros sonhos que já visitaram suas noites em vigília. Livros que não foram escritos, músicas que não foram compostas, poesias que não foram declamadas. Uma intervenção necessária durante uma reunião que foi contida por falta de ousadia. Uma declaração de amor reprimida porque você ainda não se sentia preparado.

Temos o mau hábito de esperar pelo mundo perfeito para tomar decisões. É como se decidíssemos cruzar a pé uma movimentada auto-estrada apenas quando todos os veículos parassem para permitir nossa passagem, sem a existência de qualquer sinalização que os obrigasse a tal ação.

Enquanto buscamos e ansiamos por este mundo perfeito, outras pessoas fazem o que é possível, com os recursos de que dispõem, dentro do tempo que lhes é concedido. E não raro acabam sendo bem-sucedidas. Então, ao observarmos o conteúdo de suas produções, colocamo-nos imediatamente a criticá-las, certos de que poderíamos ter alcançado um resultado muito mais satisfatório. Nós pensamos; elas agiram.

Observe como muito pode ser feito usando de pouco tempo e de muita simplicidade. Muitas vezes basta um telefonema de alguns minutos para dirimir uma dúvida, prestar um esclarecimento, obter uma dilação de prazo. De igual maneira, um e-mail redigido em uma fração de segundos pode aquietar o espírito de seu interlocutor e sepultar o risco de um desentendimento. Agradecimentos, por sua vez, devem ser prestados o quanto antes, ou tornam-se inócuos e desprovidos de sensibilidade.

Um livro pode ser escrito de uma só sentada ou capítulo a capítulo, dia após dia. Uma música pode ser composta num guardanapo de papel na mesa de um bar ou nas bordas de uma folha de jornal que repousa em seu colo dentro de um ônibus. Um poema pode ser oferecido em meio a um jantar ou dentro de um elevador que se desloca do terceiro piso para o subsolo.

O tempo certo para agir é agora. Não de qualquer jeito, não com mediocridade, mas com o máximo empenho possível. Amanhã, como diriam os espanhóis, é sempre o dia mais ocupado da semana.

* Tom Coelho, com formação em Publicidade pela ESPM, Economia pela USP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, e mestrando em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac, é consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Lyrix Desenvolvimento Humano, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA. Contatos pelo e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br

Sábado, Maio 24, 2008

A Armadilha do Crédito Consignado

* por Tom Coelho

A armadilha reside na falta de educação financeira. Fazer a antecipação de uma renda futura, seja para consumir no presente, seja para liquidar uma dívida de maior ônus, pode significar o comprometimento da estabilidade num horizonte próximo.

“Se você não conhece o valor do dinheiro, tente pedir algum emprestado.”
(Benjamin Franklin)

O chamado crédito consignado é uma modalidade de empréstimo relativamente recente em nosso país.

Consiste na autorização de débito diretamente na folha de pagamento (holerite) de profissionais empregados ou subtração dos benefícios a receber, no caso de aposentados, da prestação mensal decorrente de um empréstimo feito.

Como a instituição credora tem uma garantia real de recebimento, posto que o tomador terá o valor deduzido de seu salário ou aposentadoria, as taxas de juros praticadas são menores do que as de um CDC (Crédito Direto ao Consumidor).

Criado em 2003, o crédito consignado representa atualmente a modalidade de empréstimo pessoal mais pujante do país. Devido à sua facilidade de contratação e taxas menores aplicadas, poderia ser entendido como a melhor alternativa financeira possível. Contudo, vejo com preocupação esta tese.

A armadilha reside na falta de educação financeira. Fazer a antecipação de uma renda futura, seja para consumir no presente, seja para liquidar uma dívida de maior ônus, pode significar o comprometimento da estabilidade num horizonte próximo.

Muitos são os casos de pessoas que entram no crédito consignado para quitar, por exemplo, o cheque especial. Porém, como não há um planejamento orçamentário adequado e a renda disponível passa a ser menor em virtude do desconto mensal da prestação do crédito consignado, imediatamente o ciclo de endividamento se reinicia.

A intranqüilidade financeira gera conflitos no lar e no trabalho, problemas físicos e emocionais, queda de produtividade no trabalho e, até mesmo, risco de acidentes laborais. Por isso, enquanto não tivermos uma disciplina regular de educação financeira, caberá às empresas oferecerem aos seus colaboradores, antes mesmo do crédito consignado, aulas práticas sobre consumo consciente, noções de matemática financeira e instrução sobre orçamento doméstico.

* Tom Coelho, com formação em Publicidade pela ESPM, Economia pela USP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, e mestrando em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac, é consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Lyrix Desenvolvimento Humano, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA. Contatos pelo e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br

Domingo, Maio 18, 2008

A Arte da Possibilidade

* por Tom Coelho

O papel do líder não é conquistar poder, mas tornar os outros poderosos. Permitir aos seus colaboradores que se transformem num novo tipo de ser, migrando do individual para o coletivo, de um ser isolado para um ser conectado. Entre uma orquestra e outra, os instrumentos são os mesmos, mas os músicos não. Por isso algumas melodias falam mais alto ao coração.

“Para gerenciar uma equipe, você utiliza os músculos e a razão.
Para liderar de verdade, use também o coração.”
(Abraham Shashamovitz)

Num ano de Olimpíadas, prepare-se para uma overdose de artigos, debates e ensaios lastreados em temas esportivos. As empresas acreditam-se modernas, atuais, antenadas com o momento ao optarem por atletas, técnicos, comentaristas e toda sorte de profissionais – ou ex-profissionais – vinculados ao esporte como a solução mágica para questões do mundo corporativo.

É inegável que podemos encontrar no desporto grandes metáforas à realidade de empresas e profissionais. Assim, Ayrton Senna era exemplo de excelência; Robinho, sinônimo de ousadia; Oscar Schimidt, ícone da obstinação; Pelé, referência em marketing pessoal. As corporações também podem alcançar inspiração nas lições de gerenciamento e liderança legadas por Vince Lombardi (ex-técnico de futebol americano) ou, mais recentemente, Bernardinho, coach da vitoriosa equipe de vôlei masculino do Brasil, dentre tantos outros exemplos.

Embevecidos que ficamos com as fascinantes conquistas perpetradas pelos atletas, diante de sua superação e espírito de cooperação que envolve e transforma uma equipe, deixamos de notar que a realidade do universo empresarial é evidentemente distinta, muito mais complexa, de modo que muitas lições apenas não são aplicáveis e ponto.

Nos esportes, há regras claras e um ou mais juízes preparados para emitir um parecer instantâneo, ainda que por vezes inidôneo. Já o mercado insiste em burlar leis, romper contratos, ignorar regras. E a justiça, por sua vez, tem braços largos, porém lentos; olhos abertos, porém vendados.

Foi dentro deste contexto que encontrei uma metáfora mais adequada para argüir sobre liderança empresarial. Ela advém de uma outra arte: a música.

Observe uma orquestra. Seja ela uma orquestra de câmara (formada por poucos membros), uma sinfônica (mantida por uma instituição pública) ou filarmônica (sustentada por recursos privados), é constituída por diversos músicos e variados instrumentos, divididos em quatro grandes grupos: cordas, madeiras, metais e percussão, cada qual produzindo isoladamente um som característico.

Enquanto num esporte coletivo a equipe pode alcançar a vitória graças a um lampejo de genialidade ou sorte de um único atleta, mesmo com uma atuação medíocre em toda a partida, numa orquestra todos contribuem com o êxito do resultado final. Por isso, o produto que entregam é uma “sinfonia”, ou seja, todos emitindo o mesmo som.

Este objetivo é alcançado através da mediação de um personagem em particular. Trata-se do maestro, aquele mesmo que permanece em destaque durante a apresentação, tem sua foto estampada na capa de CD’s e DVD’s, profere palestras e concede entrevistas, mas que curiosamente é o único músico que não emite um único som.

Aprendi com Benjamin Zander, regente da Orquestra Filarmônica de Boston desde sua fundação, em 1979, que o papel do líder não é conquistar poder, mas tornar os outros poderosos. Permitir aos seus colaboradores que se transformem num novo tipo de ser, migrando do individual para o coletivo, de um ser isolado para um ser conectado.

No vídeo “A Arte da Possibilidade”, distribuído com exclusividade no Brasil pela Siamar, Zander compartilha suas experiências, instruindo-nos que um regente é um arquiteto das possibilidades do grupo. Sua missão é explorar estas possibilidades, mergulhando no âmago de cada membro de sua orquestra com o intuito de desvendá-los, ou seja, remover-lhes a venda que encobre o talento e o potencial de cada músico.

Costumo dizer que o líder é aquele capaz de conduzir as pessoas juntas e em direção a uma mesma visão, levando-as até onde não iriam se estivessem sozinhas. Ele vislumbra qualidades extraordinárias em pessoas comuns, potencializando-as, permitindo-lhes oferecer ao mundo o que têm de melhor. Não se trata de persuasão, mas de inspiração. Inspiração que nutre o entusiasmo, estimula a criatividade e promove a excelência.

Seguro de que todos podem fazer a diferença, Ben Zander estabeleceu um interessante critério para motivar seus pares. Ele sempre confere a nota máxima em uma audição preliminar, exatamente quando o músico está mais sensível e inseguro. Depois, solicita a cada músico que lhe escreva uma carta justificando como fará para merecer tal avaliação ao final de um semestre. O propósito é dar ao profissional uma dimensão de suas possibilidades de realizar e não a mera expectativa de alcançar. Afinal, é preciso fazer silenciar aquela voz na cabeça que em situações críticas procura nos constranger e apequenar, sentenciando: “Você não vai conseguir!”.

Analogamente, muitas são as oportunidades no cotidiano das empresas para valorizar e elevar seus colaboradores. Porém, não raro continuamos a testemunhar líderes que criticam em público e elogiam em particular, quando deveriam fazer o inverso. Líderes que ocultam os acertos e expõem os erros – jamais os próprios. Cultivam o “não”, afastando o “sim” do mapa de possibilidades.

Entre uma orquestra e outra, os instrumentos são os mesmos, mas os músicos não. Por isso algumas melodias falam mais alto ao coração.

É preciso compartilhar a visão, cultivar o brilho nos olhos, promover o relacionamento. Liderar não é verbo intransitivo. Se o líder está sozinho, ele não está liderando ninguém.

* Tom Coelho, com formação em Publicidade pela ESPM, Economia pela USP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, e mestrando em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac, é consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Lyrix Desenvolvimento Humano, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA. Contatos pelo e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br

Acquaplanet

* por Ramón TAMAMES

Los datos constatan lo que expresa el epígrafe: de la superficie total del planeta, estimada en unos 520 millones de km2, el 71 por 100 son mares y océanos; ocupando las tierras emergidas el 29 por 100 restante, con 150 millones de km2. De los cuales, “by the way”, los siete países más extensos, de Rusia a Argentina, suponen más del 50 por 100; quedando la otra mitad de la extensión firme del globo para las restantes 184 naciones de la ONU.

Vivimos, pues, en un planeta acuático. Afortunadamente para nosotros, podría decirse, porque si el oxígeno es un gas precioso a efectos de la vida, todavía más vital, si cabe, resulta serlo el agua. Ese extraño compuesto de una gran complejidad en sus formas de manifestarse, y con recovecos todavía sin explorar por entero. Por ejemplo: ¿sabían Vds. que en una gota de tamaño medio, los átomos de hidrógeno y oxígeno superan en número al de todas las estrellas del universo?

El agua es origen de vida, no sólo a partir de los microorganismos que marcaron el comienzo de la evolución –de génesis todavía no precisada y altamente especulativa—, sino además, en lo que nos toca, porque todo ser humano desde casi su concepción vive en un mar amniótico; dentro del cual evoluciona el nasciturus, con una riqueza de sensaciones que solamente ahora estamos empezando a conocer.

El planeta acuático –el ACQUAPLANET, que podría decirse— es, por tanto, una joya del cosmos, pues si no fuera por los billones de km3 de agua que contiene, el progreso a partir del homo sapiens, en términos de cambios en la sociedad y sus tecnologías, no habría sido posible. Por ello, en una Tierra hominizada como la que nos ha tocado vivir, es preciso utilizar el líquido elemento lo mejor posible; evitando que en el futuro la disponibilidad de los recursos hídricos lleve a situaciones límites o incluso a guerras. Las soluciones: la gestión sostenible y responsable.

* Profesor Dr. Ramón TAMAMES, PhD, Profesor Catedrático Español de Economia y Derecho

Quase os Mandamentos - Dez menos um

* por Antunes Ferreira

Assentemos: o Maia Figueiredo é um bacano. Ele e os outros que me têm vindo a enviar coisas giras como esta que se segue. Entre eles, a Margarida Maria. Ao rol só lhe falta um X para ser o verdadeiro exemplar dos Mandamentos. Nem Moisés, nem o Monte Sinai, nem o deserto, muito menos a terra prometida têm o que quer que ver com estes sábios enunciados. Agradeço.

Como agradeço também às Amigas e aos Amigos que se me têm dirigido por mor da suspensão anunciada. Para já, aqui ficam estas asserções a que chamarei Quase os Mandamentos: dez menos um. A suspensão, episodicamente suspensa, vem a caminho. A.F.

I - O cigarro adverte: "O governo faz mal à saúde!"

II - Não roube, "o governo detesta concorrência".

III - Errar é humano. "Culpar outra pessoa é política".

IV- Autarcas portugueses. "São os mais católicos do mundo. Não assinam nada sem levar um terço".

V - Se bem que... "o salário mínimo deveria chamar-se gorjeta máxima".

VI - Feliz foi Ali-Babá: "não viveu em Portugal... e só conheceu 40 ladrões!!!..."

VII - Não deixe de assistir ao horário político na TV: "Talvez seja a única oportunidade de ver políticos portugueses em cadeia nacional".

VIII - O maior castigo "para quem que não se interessa por política é que será governado pelos que se interessam."

IX - Os políticos "são como as fraldas... Devem ser trocados com frequência, e sempre

* Prof. Henrique ANTUNES FERREIRA. Homem dos sete ofícios. De todos o principal: Jornalismo. P. ex: chegou a Chefe de Redacção do DN onde trabalhou durante 16 anos. De idade, 66, casado (sempre com a mesma mulher…, há 44 anos, 3 filhos e 5 netos). Adjunto de ministro, prof. universitário, eu sei lá mais o quê…

Criando e se alimentando de sua visão

* por Bruno Soalheiro

O chamado "planejamento estratégico" que é praticado por muitas organizações no sentido de se posicionarem melhor no ambiente competitivo, aborda vários pontos relevantes e determinantes para o sucesso organizacional hoje em dia. Um destes pontos é a chamada "Visão", que consiste em se projetar um ideal de futuro que sirva como propósito inspirador e motivador para as pessoas na empresa.

Da mesma forma, no planejamento estratégico pessoal, realizado individualmente, a Visão assume importância fundamental como suporte à caminhada, ajudando-nos a manter o ânimo frente aos obstáculos e dificuldades. Criar uma boa visão ajuda muito, mas é preciso saber fazer dela um alimento útil à alma para que realmente funcione.

Neste breve artigo quero compartilhar com você algumas sugestões para que sua "Visão de futuro" não seja apenas uma frase no papel, e possa verdadeiramente permear seu cotidiano e alimentá-lo para a jornada de cada dia.

1. Muito cuidado e carinho ao criar sua visão

O objetivo da Visão dentro de um planejamento, seja na empresa ou na vida pessoal, é expressar de maneira clara e inspiradora aquilo que legitimamente se quer alcançar. Cuidado para não confundir suas expectativas com a dos outros, ou as "da moda".

Elaborar sua visão deve ser um exercício de sincera auto-investigação, procurando se desvencilhar de influências tendenciosas que possam levá-lo a pensar de maneira "leviana". Sua Visão é você no futuro, aonde quer chegar, para onde aponta seu coração verdadeiramente. Portanto, seja sincero!

2. Procure construí-la em linguagem agradável e emocional

A Visão em um planejamento estratégico não é necessariamente forte por causa de seu apelo lógico e descritivo, e sim por seu apelo emocional e comportamental. É paixão! Sua visão tem que fazer sentido para você e te fazer brilhar os olhos. Não há uma forma absoluta ou "correta" de escrevê-la, o importante é criar uma frase que realmente o inspire. Vale criar um slogan, um grito de guerra ou até uma poesia. O importante é traçar um panorama que faça seu coração bater mais forte e que sirva de norteador de suas ações.

3. Alimente-se dela constantemente

De nada adianta a visão ser linda e maravilhosa se você deixá-la na gaveta ou no Word. Visão é alimento que motiva! Se possível coloque-a em um lugar bem à vista, para que possa sempre se lembrar dela. Vale colar num mural e ir acrescentando ao lado imagens ou fotos que estejam relacionados a ela. O importante é que passe a fazer parte de você intrinsecamente, de forma plena e natural. Manter a "chama" acesa é a chave para não desanimar diante das dificuldades.

4. Busque inspiração nos outros

Algumas figuras históricas e personagens do passado e presente podem ser ótimos exemplos e fontes de inspiração. Napoleão, Mandela, Ghandi, Jesus, Alexandre e outros, são exemplos de pessoas que criaram uma visão e com ela produziram mudanças de proporções históricas. Tudo bem que você talvez não queira mudar o mundo, mas é altamente estimulante conhecer os desafios e agruras pelos quais muitos homens passaram, e superaram graças à força de sua visão. Bibliografias de grandes nomes ou mesmo investigações na web sobre pessoas de Visão já adianta bastante. Acredite isto é alimento para você.

5. Esteja aberto a adaptações

O equilíbrio entre a rigidez e a flexibilidade é que vai permitir ter jogo de cintura nas viradas da vida. O fato de você ter criado sua Visão não deve impedir que esteja sempre aberto reavaliá-la segundo as contingências e acontecimentos. Muitas vezes sua rota será alterada um pouco, ou até drasticamente, e é importante que você esteja aberto a rever seu caminho desde que, é claro, preserve sempre a essência de suas realizações. Entender isto é um grande passo para se manter firme na caminhada.

Enfim, estas são dicas simples e estão muito longe de esgotar o assunto. E embora possamos ter uma leve noção do que é a Visão a partir deste artigo, o bom mesmo seria compreendê-la contextualmente dentro de um planejamento maior, para que possa estar amarrada a ações e outras ferramentas que levarão à sua realização.

Lembre-se de que o mundo de hoje é baseado em uma feroz competição no ambiente profissional e até mesmo na vida pessoal. Independente de você querer se tornar um grande executivo ou apenas levar uma vida confortável e prazerosa, planejar-se pode aumentar imensamente suas chances de conseguir o que quer que seu coração deseje.
Portanto, planeje!

Até mais!

* Dr. Bruno Soalheiro é Psicólogo e consultor em desenvolvimento humano e organizacional. Associado ao Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização (IBCO) e diretor do Instituto Carpe Diem, empresa que presta serviços a organizações e pessoas que queiram efetuar mudanças e alcançar novos resultados, atuando nas áreas: Estratégia empresarial, Gestão de pessoas e Desenvolvimento pessoal.
Skype: brunoconsultoria | MSN :brunosoalheiro@hotmail.com | Site: www.brunosoalheiro.com

Transformando AMEAÇAS em OPORTUNIDADES

* por Adm. Marizete Furbino

“Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve...
e a vida é “muito” para ser insignificante"
Charles Spencer Chaplin

Em meio à era da incerteza, nada estará garantido; assim, além de depararmos com uma constante competição, deparamos também com desafios constantes; e para isso teremos que ser sábios para transformar cada desafio em grande oportunidade de aprendizado e de negócio.

Salienta-se que o seu sucesso dependerá muito da maneira como você irá enxergar e encarar os desafios. Tudo dependerá de sua decisão. Pensando assim, a maneira como você reage a este desafio, é determinante. Se lamentar o tempo todo, provavelmente não irá enxergar as estratégias que terá que traçar e nem o caminho a percorrer; assim, tudo ficará obscuro, levando-o ao fracasso. Caso você se sinta realmente desafiado irá “abraçar” aquela causa, envidar esforços, doar-se em demasia e então, além de enxergar o caminho de forma límpida, identificando e entendendo cada desafio, enxergará e avaliará possíveis determinantes, utilizando estratégias de forma a alcançar a superação; e isto faz do desafio uma grande oportunidade de desenvolvimento e crescimento, revertendo todo o quadro negativo.

Sabemos que as ameaças e os desafios são constantes, e que a competição é diária. Em meio a esta era do terceiro milênio, não há como isentar-se destes. Melhor política é, em vez de reclamar, fazer. Se for imprescindível enfrentar, que enfrente de cabeça erguida, com garra e determinação; portanto, o profissional deverá enxergar as ameaças bem como os desafios, encará-los de frente, desvinculando de seu ser o medo, a insatisfação, a aflição, a angústia, o sofrimento e todo “azedume” que porventura poderá surgir, pois, quando mal conduzidos, os desafios , assim como as ameaças, se tornam fracassos.

Além de ter que banir o medo e a insegurança de sua vida profissional, é preciso se antever aos fatos, enxergando o que ainda não foi visualizado por muitos, trabalhando a imaginação, compilando a idéia, colocando-a em prática em prol da agregação de valor do produto e/ou serviço, através do desejo aguçado e da vontade de acertar, neutralizando a ansiedade, o que favorecerá bastante para a construção de algo novo ou inusitado, fazendo assim o diferencial no mercado.

Pensando assim, sabemos que a maneira mais fácil de vencer um desafio reside no amor. Sentir prazer e amor pelo que se faz é a chave de todo o negócio, pois, quando você ama o que faz você desperta o querer que existe dentro de você e a partir daí o caminho, além de ficar largo, fica límpido, fluindo força, coragem, perseverança, determinação e otimismo; por conseguinte, não se deixando abater diante das dificuldades, o que facilita todo o processo.

Somados a isso, o profissional, conhecedor de seus talentos, habilidades, capacidades e conhecimentos, deverá confiar mais em si mesmo. A auto-confiança torna-se fator sine qua non para se alcançar o sucesso. Além disso, devemos ter sempre em mente que os desafios nos revelam oportunidades de desenvolvimento e crescimento, o que contribui para nos tornarmos cada vez melhores no que fazemos.

É preciso lembrar que o que irá determinar o nosso sucesso diante dos desafios chama-se ação. Será a nossa ação que irá reverter todo o quadro presente encontrado. Planejar ações de forma a agregar valor e fazer o diferencial no mercado se torna imprescindível em meio a tantos desafios. Profissionais que não se planejarem correrão sérios riscos de serem esmagados pelo mercado, pois o planejamento é uma valiosa ferramenta de gestão.

Desta forma, ressalte-se também que o planejamento estratégico é de suma importância, uma vez que servirá de bússola, dando rumo à caminhada, proporcionando assim que o profissional seja ágil e pró-ativo, tendo sabedoria para enfrentar as ameaças, aproveitando ao máximo as oportunidades encontradas em meio à “destemperança” do mercado, visualizando e transformando seus pontos fracos em fortes, mantendo o foco e o direcionamento em prol do almejado, mas agindo com rapidez em meio às mudanças.

Por fim, deve-se adotar uma nova postura diante a tantos desafios; e isto se torna, além de imprescindível, emergencial a qualquer profissional que deseja pelo menos sobreviver no mercado competitivo.

À vista do exposto, é importante lembrar que para você vencer qualquer desafio e /ou ameaça você depende de uma e única exclusiva pessoa: você.

07/04/2008
* Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br

Small blue pill

* por Antunes Ferreira

De vez em quando, dou uma volta pelos Spam que o zeloso guardião do Gmail arquiva para futuro delete. Bendita invenção essa, que nos limpa por antecipação os mails mais sujos, propagandísticos, caricatos e outros que tentam penetrar um tanto à sorrelfa nas nossas caixas de correio informático.

Há de tudo nestas curiosas mensagens que centrais omnipotentes e omnipresentes remetem a um cidadão cumpridor dos seus deveres fiscais, sem lhe dar hipótese de defesa, aliás legítima. Não fora esta invenção dos anti Spam e outro galo cantaria. Anda uma mãe carinhosamente a criar um filho sem saber para o que este está guardado.

Nesse circuito informático-quase-quotidiano, um dos temas mais aliciantes, pelo menos aparentemente, são os produtos miraculosos oferecidos a troco de uns miseráveis dólares (normalmente a dita publicidade provem dos EUA) e que trazem a felicidade mais risonha aos machos que se sentem diminuídos, pelo menos da cintura para baixo.

Hoje caiu-me em rifa uma mensagem – ou, para ser mais preciso, cair-me-ia sem a protecção referida e abençoada – com grande súmula de pormenores, enviada pela Dona Gertrude Conway com um título muitíssimo apelativo e sucinto simultaneamente, o que, nos dias que vão correndo, é obra acabada. Reza então: Just a smal bluepill will turn you to Casanova!

Para alcançar esse salutar e aliciante propósito basta entrar no site http://cyberdiscountpharmacy.com. É tiro e queda. No estabelecimento cibernético há de tudo, como na loja que, ainda que virtual, termina a frase feita. A versão, como se sabe é há de tudo como na farmácia, mas aqui semântica e semioticamente seria como o vestido ou a pescada.

As pílulas «endireitadoras» vão do Viagra ao Cialis, passando pelo Levitra. Não tem nada que enganar. Uma azulinha, outra que é mais cápsula, outra amarela