Quinta-feira, Outubro 15, 2009

Ex-Ministra da Saúde da Finlândia critica Vacina da Gripe A

A Dra. Rauni Kilde, Ex-Ministra da Saúde da Finlândia critica a Vacina da Gripe A (Suína ou Porcina ou H1N1) e afirma que não se deve tomar porque é um perigo para a Saúde Mundial!

Terça-feira, Outubro 13, 2009

Maitê Proença, Faço e Digo Tudo!



Maitê Proença


Faço e Digo Tudo! A Qualquer Hora!

Vem SiôÔÔ... tôôô te esperaaando...

Quinta-feira, Setembro 10, 2009

Operação Pandemia da Gripe

Quarta-feira, Setembro 09, 2009

Políticos Brasileiros e Portugueses, distantes, mas tão iguais

Segunda-feira, Julho 20, 2009

Anarquia Institucional

* por Tom Coelho

Entre escândalos e desmandos, procura-se a virtude na gestão pública.

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”
(Rui Barbosa)

Foi na obra O espírito das leis, datada de 1748, que Charles Louis de Secondat, o Barão de Montesquieu, apresentou sua “Teoria da separação dos poderes” utilizada para respaldar a maioria das constituições liberais.

Ao poder Executivo cabe a função de administrar a coisa pública. Ao Legislativo, criar, extinguir ou modificar leis e fiscalizá-las. E ao Judiciário, julgar, sempre buscando dirimir conflitos de interesses.

Para limitar a autonomia destes poderes, o pensador francês sugeria um mecanismo de freios e contrapesos, por meio do qual um poder controlaria o outro, com o intuito de restringir atos despóticos e tirânicos. “Só o poder limita o poder”, dizia ele.

Assim, atuando com independência, porém em sinergia, os três poderes seriam responsáveis pela manutenção da ordem e pelo bom funcionamento do governo.

Contudo, o que temos notado em nosso país é a descaracterização destes princípios. Assim, vemos o Executivo legislando, mediante a edição das nefastas medidas provisórias, outorgadas pelo presidente da República.

Embora não sejam leis, uma vez que serão apreciadas posteriormente pelo Congresso, apresentam força de lei, com efeito imediato após sua publicação. Apesar da emenda constitucional 32/2001 limitando a abrangência deste tipo de instrumento, sua utilização permanece tenaz, lembrando seu berço político, os decretos-lei do período militar.

O Legislativo, por sua vez, não tem feito nada além de instaurar Comissões Parlamentares de Inquérito, as CPIs, que embora sejam de sua atribuição constitucional, não deveriam figurar como prioridade ante a premência de reformas no plano tributário, previdenciário e político, para dizer o mínimo.

Finalmente, quanto ao Judiciário, o que temos é uma instituição distante da sociedade, marcada pela morosidade processual e por comandar a cadeia de reajustes no funcionalismo a partir do princípio da isonomia salarial. E que ficou em evidência recentemente graças às discussões envolvendo o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e o ministro Joaquim Barbosa.

Nossos três poderes representam hoje o que há de mais retrógrado em termos de gestão pública. Não é por acaso que haja espaço para mensalões, farra com passagens aéreas, residências funcionais, aviões fretados, verbas indenizatórias, semana de trabalho com três dias, lobbies, propinas, favorecimentos, nepotismo, atos secretos e que tais.

Montesquieu dizia que o princípio de uma monarquia deve ser a honra; de um despotismo, o medo; e de uma república, a virtude. Na República Federativa do Brasil, onde está a virtude?

* Tom Coelho é escritor, autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, além de professor universitário e palestrante. Contatos através do e-mail: tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br

Terceirização em Vendas

* por Paulo Araújo

Nos últimos anos terceirizar foi uma das técnicas mais utilizadas pelas empresas do país e do mundo. Alguns usam o termo outsourcing - a palavra traduzida do inglês significa terceirização -, mas para evitar acaloradas discussões sobre o assunto vamos entender neste texto que terceirizar significa transferir para outros algumas atividades, visando diminuir custos e aumentar a eficiência. Já a atividade de outsourcing entendo como terceirizar mão-de-obra no exterior, estratégia que os americanos em especial fazem com excelência.

Terceirizar tem sido a saída encontrada nas mais variadas áreas e atividades; e não há nada errado em contratar uma prestadora de serviço para fazer algo que não seja o seu foco. Mas em especial a pergunta que faço é: Vale a pena terceirizar a sua equipe de vendas?

É claro que cada caso é um caso e não existe uma resposta definitiva sobre o assunto, mas quero compartilhar algumas experiências sobre o assunto. Nos casos que vou relatar não irei revelar a identidade das empresas para preservar as suas estratégias.

Recentemente fui chamado para realizar um evento para uma grande empresa da área financeira e todos os vendedores eram terceirizados, trabalhavam no mesmo local e como não tinham os salários e benefícios, nem de longe, parecidos com seus pares que eram ligados diretos a empresa o clima de desmotivação era geral. Os gestores não conseguiam cobrar as metas da equipe terceirizada porque não tinham uma relação chefia-subordinado bem definida e quase tudo acontecia só na boa vontade de um ou outro funcionário terceirizado que na verdade fazia de tudo para ser efetivado. A rotatividade era altíssima e mês a mês a participação no mercado diminuía. Como a decisão de terceirizar havia sido tomada pela matriz que fica no exterior a direção nacional não tinha como romper o contrato de uma hora para outra e contratar uma equipe própria.

Em outro caso uma empresa de serviços rompeu o contrato com a terceirizada e contratou todos os ex-funcionários terceirizados o que gerou uma enorme satisfação. O impressionante foi que o atendimento melhorou significativamente em poucos dias, os processos foram melhorados, mas o maior diferencial foi o novo canal de comunicação que se abriu entre os gestores e os novos funcionários. Neste caso ficou claro que a empresa tinha de optar entre a redução de custos com a folha de pagamento ou a satisfação do cliente. Acertou em ficar com o cliente.

Em resumo, o que sua empresa não deve deixar de pensar, caso pense em terceirizar suas vendas, é realmente detectar se o grau de comprometimento será tão grande quando o de uma equipe própria. Determinar o poder de cobrança que você terá sobre a equipe terceirizada, a capacidade e responsabilidade de treinar e desenvolver deve estar bem definida e o principal: não caia na ilusão de que qualquer um pode vender o seu produto tão bem quanto você. Caso sua vocação seja industrial encontre um parceiro de negócios onde possam juntos desenvolver uma cultura própria e um eficiente método de vendas.

Terceirizar pode ser um tiro no próprio pé no caso do processo de vendas e atendimento não ser dos melhores. Reconquistar o cliente e pedir uma segunda chance ao mercado é sempre mais caro e também um dilema que sua empresa não precisa em tempos turbulentos.

* Paulo Araújo é palestrante de motivação e vendas e escritor. Autor de "Desperte seu Talento - dicas essenciais para a sua carreira" - Editora EKO, entre outros livros. Site: www.pauloaraujo.com.br

E agora, Lívia? – Desafios da liderança

* por Sónia Jordão

Imagine uma tragédia. Algo capaz de mudar completamente sua vida. É assim com Lívia, personagem deste emocionante romance corporativo. De um dia para outro, ela assume novas e grandes responsabilidades, além de enfrentar diversos desafios.

O que parecia o fim transformou-se no começo. A vontade de manter vivo um sonho, um investimento e, principalmente, a dedicação de anos de seu pai faz com que Lívia assuma o comando de uma grande organização.

Cercada por colaboradores desmotivados, com uma dívida da qual desconhecia e a certeza de que não estava preparada para tanta responsabilidade, ela ainda se depara com preconceitos dentro da organização. O fato de ser jovem e mulher fez com que ela fosse desacreditada por alguns.

Lívia decide pedir ajuda. Com o apoio de um consultor empresarial e as lições de seu pai, o árduo caminho foi percorrido. O segredo? A utilização da liderança como principal instrumento gerencial que “despertou a força e a energia interior das pessoas”.

A desconfiança e a insegurança de alguns não foram fortes o bastante para desviá-la de seu ideal. Pelo contrário, formam essas forças contrárias que permitiram à Lívia perceber que o trabalho em equipe e a valorização de cada profissional são fundamentais para alcançar seus objetivos e obter sucesso.

O que temos aqui é mais do que a transformação de uma universitária em uma grande empresária, vemos a construção de um líder. É não só o resultado de um investimento de dedicação do pai – um executivo bem sucedido que deixa exemplos num sem-número de ações de resultados – como também o esforço da personagem em conhecer e assumir o papel de liderança que lhe é exigido por força das circunstâncias.

Com a leitura deste livro, você aprenderá que na adversidade também é possível crescer e alcançar o sucesso, e que todo crescimento exige esforço, dedicação, planejamento e escolhas.

* Livro de Sónia Jordão: “E agora, Lívia? – Desafios da liderança”
Número de páginas: 112 - Editora: Tecer - Valor: R$ 17,00
Outras obras da autora: “A arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado” (3ª edição) e “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo”.

Humberto Delgado e Olivença

por António Marques

O nome do General Humberto Delgado foi proposto, por várias entidades regionais e nacionais, para a nova Ponte da Ajuda, entre Elvas e Olivença, aquando da sua inauguração em Dezembro de 2000.

Porém, face à oposição do Estado que administra Olivença, as autoridades portuguesas conformaram-se como lhes é habitual e não deram seguimento à proposta. Passados nove anos é altura, sem tibiezas que nos envergonhem, de retomar a iniciativa e dar o nome do «General Sem Medo» à ponte que reaproximou as duas parcelas de território alentejano e português.

A ligação de Humberto Delgado ao Alentejo era das mais profundas, tal como o era à alentejaníssima Terra das Oliveiras, ele que foi co-fundador do Grupo dos Amigos de Olivença e seu dirigente nos anos 50 e que, por amor à Liberdade e com o desassombro que lhe era conhecido, se levantou contra o regime de Salazar. Atraído à cilada de Badajoz, foi morto já no termo de Olivença - onde decerto aceitara deslocar-se por acreditar que ali obteria apoio dos portugueses oliventinos - e, já cadáver, a caminho de Vila Nova do Fresno, cruzou todo o território oliventino que tanto amava.

Havendo grandes alentejanos e regionalistas que muito têm contribuído para o restabelecimento da ligação de Olivença a Portugal, não haverá outro português que mais dignifique, com o seu nome, a nova ponte e a especialíssima relação histórica e cultural entre aquelas duas margens do Guadiana: a de Elvas, sentinela sempre viva da Portugalidade e a de Olivença, terra alentejana e portuguesa roubada ao nosso convívio.

Tendo presente a especial delicadeza de tudo o que se reporta à relação de Olivença com Portugal, as manifestas implicações político-diplomáticas que rodeiam o caso não podem ser impedimento eterno à atribuição de nome à nova Ponte. Que se pronunciem as instituições locais e que se ouçam as populações de ambos os lados do Guadiana. Enfim, escutando-se a Cultura, a História e as vozes dos antepassados de todos, sustente-se um nome, o do General Humberto Delgado, para a Ponte que reabriu a Olivença as portas de Portugal.

Príncipe põe deputado no olho da rua do Principado

* por Principe Renato Barros

No passado dia 13 de Junho de 2009 a ilha vizinha ao Principado numa nova atitude provocatória fez se explodir por dinamite colorida para alegrar a tristeza do seu povo. Obvio que esta provocação alegórica é vista do nosso estado e consequentemente algum povo português vêm até aqui ver o modo como se pode queimar dinheiro em abundância.

Não convidamos ninguém e colocamos apenas um cidadão nosso a exigir um euro ou um dólar a quem quisesse ver como se enganam os pobres de espírito e como alguns ficam ricos com tal esplendor.

Decorria tudo normalmente quando inesperadamente um conhecido deputado á Assembleia da República Portuguesa se recusou a pagar um euro para entrar em território estrangeiro e de modo arrogante disse para um dos servos do príncipe:

Não sabe quem sou, sabe com quem está a falar?

Como os meus servos só conhecem um soberano o PRÍNCIPE e estão instruídos para a qualidade de má educação de algum povo rude da ilha vizinha, sobretudo o politico o que nos tem roubado em nome dos portugueses pacíficos.

Por uma questão de cortesia ainda informaram o referido senhor alto e magro que supostamente o Estado português tem mesmo ali ao lado um outro forte só que na entrada diz Consumo mínimo 250 euros e que ali era UM EURO UM DOLAR UMA LIBRA OU UM REAL.

Os servos do príncipe estão instruídos para em circunstância alguma utilizar a força e assim deixaram o referido senhor alto e magro passar, assim como todos os que o acompanhavam.

Ao chegar ao Estado fui informado pelos serviços secretos do Principado deste triste acontecimento e de imediato desloquei-me ao Pico mais alto do Principado onde aguardavam o fogo de Portugal os pagantes e os caloteiros.

Os pagantes ficaram os caloteiros foram todos para a rua.

Obviamente e num sentido de Estado o referido deputado saiu e informou todos os outros caloteiros que iria chamar a policia portuguesa o que o fez á frente de todos.

Depois de alguma contestação da parte dos outros caloteiros informei-os que aquele senhor alto é uma autoridade em Portugal e que havia chamado a polícia pelo que aguardassem pois o papel do deputado é defender o povo.

Assim fui solidário com todos os caloteiros e vi o rebentamento dos euros transformados em dinamite á cota 14 do Principado.

A música que acompanhou este festival foi um grupo de jovens a fazer questões sobre o principado e sobre o príncipe ou seja valeu por uma aula de história, perguntas e respostas de surpresa, outras de ignorância e outras de ridicularização por esta história

Terminado o espectáculo a Polícia portuguesa nunca compareceu ao local.

Todos ficaram surpreendidos quando o referido senhor se foi embora também não esperando pela chegada da PSP, que todos o ouviram chamar AS AUTORIDADES portuguesas e abandona-os que esperavam não um esclarecimento mas saber da veracidade de terem sido expulsos.

Como disseram afinal você tinha razão quando ouvimos o homem a chamar a polícia de pois de nos disser que ele era uma autoridade e agora vai-se embora, afinal isto de ser deputado chama a PSP e vai-se embora é uma TRETA.

O príncipe também chamou e até hoje a PSP ainda não apareceu.

No final o príncipe convidou todos os pagantes e caloteiros a visitarem o forte e a verem “in loco” uma cópia da Carta Regia da qual comprova a alienação do Rei de Portugal daquela ilha. No final todos agradeceram a visita e numa atitude pedagógica, reparamos em alguns olhares dos visitantes que afinal estão a ser enganados pelos portugueses e pelo poder politico a não dizer a verdade, sobre esta ilha que Portugal vendeu.

Saliente-se o facto de no fim do fogo 2 dos visitantes caloteiros insistirem em quererem deixar um donativo ao forte pelo modo como estamos ser ocupado pela força dos portugueses. Outros deixaram os seus contactos e assinaram o livro de honra do Principado

* por Principe Renato Barros, do Principado do Ilhéu da Pontinha
www.fortesaojose.com

Sexta-feira, Maio 22, 2009

Elefante entra no restaurante FitiniCAFE.com em Bangkok

* por FitiniCAFE.com em Bangkok

Advogados-1 x Jornalistas-0

* Video no servidor Youtube.com sobre o JOrnal Nacional da TVI

Quinta-feira, Maio 21, 2009

e-Trámite es la unidad de un e-Gobierno

* por Dr. Fortunato Da COSTA
Palácio de la Presidência de Paraguay
( Palácio de la Presidência de Paraguay )

Los Trámites, o los Procesos administrativos, de una administración pública son la génesis de las grandes burocracias.

Cuanto más complejos y morosos son los Trámites, más gigantesca y aberrante es la burocracia de un País.

Vejamos…

Simplificación del Trámite:

Simplificar no es solamente eliminar, o agilizar tareas.

Simplificar no es tener la misma información repetida por todas las diversas entidades relacionadas con el trámite, tan poco es muy útil, del punto de vista del trámite, de tener múltiplas entradas y salidas, en múltiplos libros de entradas y salidas de expediente.

Simplificar es sobretodo, si posible, hacer las diversas tareas del trámite al mismo tiempo, saber y participar en el estado de su evolución en tiempo real.

Pro-Actividad:

La pro-actividad es un factor decisivo: pues los participantes son llamados a desarrollar sus actividades porqué el sistema de información así lo decide, en función del trámite, y no en función de la voluntad de los usuarios (sistemas pasivos).

Esta realidad, solamente es posible con el e-Tramite.

e-Trámite:

La verdadera fuerza del e-Tramite es su Omni-Presencia: el puede estar en todo el lado al mismo tiempo, desde que tengamos el derecho legal y los medios informáticos para acecharlo.

e-Trámite significa acceso en tiempo real à la información más actualizada.

Con el e-Tramite, desde que viable, es posible de hacer todas las tareas de un mismo trámite al mismo tiempo. O sea, las tareas no necesitan más de ser hechas de una forma secuencial o en serie, con toda la morosidad temporal resultante.

Para eso, e-Tramite significa, también, simplificar y reducir la cantidad de recursos informáticos y de servidores centrales en la administración pública, evitando tener la misma información repetida por todas las computadoras centrales de las diversas entidades relacionadas con el trámite.

e-Gobierno:

Es importante recordar que en un País no tenemos tantos gobiernos cuantos ministerios, tenemos solamente UNO.

Y que el e-Trámite, se puede considerar, la unidad informática de un e-Gobierno. De su suceso individual depende un e-Gobierno colectivo.

Palácio de la Presidência de Paraguay
( Palácio de la Presidência de Paraguay )

Asunción - Paraguay, 21/Mayo/2009

* Dr. Fortunato Da COSTA, Mestre em Estudos Europeus pelo Instituto de Estudos Europeus, Licenciado em Administração Pública e Bacharel em Engenharia é Consultor Internacional Perito em Arquitectura Organizacional e Sistemas de Informação, Empresário, Professor, Formador, Orador em Palestras e Conferências, Escritor, Cientista, Inventor, Hipnoterapeuta Hipnólogo Clínico Condicionativo, Director da Fitini.NET ConsultinG, podendo ser contactado pelo e-mail: fitini@fitini.net, pelo telefone: +(351)966377939, ou pela morada: Av. 25 Abril, 22, 2-D, 2795-196 Linda-a-Velha, Portugal, Visite: Fitini.NET ConsultinG

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Sexta-feira, Maio 15, 2009

A Gripe Suína H1N1 foi fabricada em laboratório?

* por Dr. Leonard Horowitz

* Dr. Leonard Horowitz - Dr. Horowitz's theories about viruses and about the dangers of vaccination have been well-received in some quarters. On several websites besides Dr. Horowitz's own, Bo Gritz is quoted suggesting that he deserves a Nobel Prize. The Nation of Islam cautioned African-American parents about vaccination of their children, and Dr. Horowitz seems to have had significant influence on their decision to make this announcement. On May 28, 2008, Senator Barack Obama's former pastor at Chicago's Trinity United Church of Christ, Rev. Jeremiah Wright, mentioned Dr. Horowitz's Emerging Viruses: AIDS and Ebola in defense of a statement Wright had made during a sermon: that the U.S. Government “lied about inventing the HIV virus as a means of genocide against people of color...”

Quinta-feira, Maio 14, 2009

Lições de Susan Boyle

* por Tom Coelho

Lição de vida ou farsa midiática?
O que podemos aprender com o fenômeno Susan Boyle.

Duvidar de tudo ou acreditar em tudo
são duas soluções igualmente convenientes;
ambas dispensam a necessidade de reflexão.
(Henri Poincaré)

É muito provável que você tenha ouvido falar de Susan Boyle. Trata-se de uma senhora escocesa que virou celebridade mundial após apresentar-se num programa de calouros na Inglaterra. De aparência descuidada, foi inicialmente menosprezada e ridicularizada pelo júri e a plateia até entoar de forma admirável, por alguns minutos, trecho de um musical, com direito a lágrimas e aplausos.

Em tempos de internet, o vídeo de sua apresentação correu o mundo, sendo acessado mais de 100 milhões de vezes ao longo de duas semanas. Ganhou verbete na Wikipédia, entrevistas em talk shows, contrato para gravação de um CD e cerca de 30 milhões de links no Google.

O sucesso ofuscou caso idêntico ocorrido dois anos antes, no mesmo programa, com o galês Paul Potts, que em circunstâncias similares cantou uma ária de ópera, sagrando-se posteriormente vencedor daquela edição da competição.

Ambos os episódios nos legam alguns ensinamentos e reflexões. Em princípio, sobre a necessidade singular de críticos em aplicar rótulos. Assim, houve quem se emocionasse a ponto de eleger os cantores como exemplos de superação, por demonstrarem elevada resiliência ao suportar a animosidade inicial da plateia, encantando-os em seguida. Mas houve também quem qualificasse tudo como uma farsa, haja vista que os produtores já deveriam conhecer previamente a capacidade dos candidatos.

Do ponto de vista motivacional, os eventos são, sim, louváveis, pois o inconsciente coletivo ganha refúgio em cada um destes personagens por representarem uma aspiração social comum à maioria das pessoas diante da iniciativa de se expor, do enfrentamento do medo de falar em público, do receio de ser hostilizado, da confrontação da baixa auto-estima e, por fim, da conquista do reconhecimento.

Se formos tomar os eventos como produções forjadas para enaltecer os espectadores, mérito de seus organizadores por identificarem os talentos, dar-lhes a oportunidade, construírem um cenário favorável, agradarem os presentes e conseguirem uma exposição na mídia digna de inveja aos maiores comunicadores.

Todavia, que não se obscureça uma verdade irresoluta. Vivemos uma ditadura da imagem que age como um filtro na vida em sociedade. Continuamos a ser julgados pela embalagem antes mesmo de ser possível apresentar seu conteúdo. Esta é a regra, não a exceção, tanto que a própria Susan Boyle apareceu dias depois com visual repaginado, ostentando novo corte de cabelo e trajes bem alinhados.

Que fique uma última lição para o mundo empresarial. Não cabe a recomendação do “seja você mesmo, ainda que tenha um estilo excêntrico, sem se importar com o que pensam os demais”. Nos dias atuais, isso seria suicídio corporativo. Deve-se evitar, é claro, a perda da autenticidade, mas em termos de marketing pessoal, vale lembrar as palavras do publicitário Ckuck Lieppe que dizia: “Aparentar ter competência é tão importante quanto a própria competência”.

* Tom Coelho é autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, além de consultor, professor universitário e palestrante. Com formação em Publicidade pela ESPM, Economia pela FEA/USP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, é mestrando em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac. Diretor da Lyrix Desenvolvimento Humano, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br

Quarta-feira, Maio 13, 2009

Notícias Arrepiantes em Portugal

* por Castanheira Barros, Advogado

Segundo notícia da Lusa editada em 13.05.2009 e captável em Notícias Arrepiantes , « O primeiro-ministro considerou «arrepiantes» as recentes notícias sobre práticas de gestão fraudulenta no Banco Privado Português (BPP) e no Banco Português de Negócios (BPN) » .

Falta agora saber desde quando é que são do conhecimento do Banco de Portugal e do Governo essas notícias arrepiantes .

* * *

FERREIRA LEITE FALA EM « CLIMA DE MEDO »

A Drª Ferreira Leite fala em « clima de medo » . Se sente medo deve dar o lugar a outro .

Na política não há lugar para quem tem medo . O PS e Sócrates não metem medo a ninguém .

Drª Ferreira Leite deixe o medo para os corruptos e outros bandidos .

* Dr. Castanheira Barros, Advogado
Rua do Padrão 112 2º, 3000 - 312 Coimbra, Portugal
Tel. +(351) 239 / 723948 Telem: +(351) 96 / 7001667
castanheira@mail.com, castanheirabarros@hotmail.com

Terça-feira, Maio 12, 2009

Fazendo Reuniões Produtivas

* por Sonia Jordão

Os líderes precisam se encontrar regularmente com seus liderados e com seus superiores hierárquicos para discutir como as coisas estão evoluindo. Um item da pauta poderia ser comparar seus planos de desenvolvimento e descobrir o que está funcionando e o que não está funcionando nas atividades uns dos outros.

Para conseguir uma reunião produtiva é importante que todos estejam preparados e saibam o que esperar. Para tanto, a reunião deve ser organizada e a pauta planejada. O líder deve cuidar para que a pauta seja cumprida e os integrantes precisam atingir um consenso antes de terminar a reunião. Além disso, deve ser facilitada a democracia e a participação de todos os integrantes do grupo, motivando-os a opinar e propor idéias, de modo a propiciar a comunicação e a tomada de decisões, levando em conta os pontos a favor e contra.

É fundamental escutar a todos. Às vezes, só se escuta o que dizem determinadas pessoas do grupo, geralmente aquelas que falam melhor e têm maior fluência verbal. Isso deve ser evitado para que não se deixe de ouvir com atenção aos tímidos, aos que se expressam com menos clareza ou aos que têm uma opinião distinta. Escutar significa ter a capacidade de receber o que o outro quer dizer da forma mais próxima ao que ele sente e pensa.

Na vida de uma organização decisões devem ser tomadas continuamente e cabe ao líder conduzi-las que todos participem ativamente. É necessário deixar claro as alternativas que estão em jogo e possibilitar que as pessoas dêem argumentos para apoiar uma ou outra alternativa. Daí ser necessário facilitar a integração do grupo e confrontar as diversas opiniões possibilitando, assim, que todos se escutem e destaquem as opiniões mais significativas.

Existem algumas regras que fazem com que as reuniões sejam rápidas e com melhores resultados. Uma delas é pedir a todos que desejam apresentar um problema que se preparem antes respondendo às perguntas: Qual é o problema? Quais são suas causas? Quais são as possíveis soluções? Qual é a melhor solução possível? E, finalmente, escrevam: “Esta é a solução que recomendo”.

Essas quatro perguntas, para resolver qualquer problema, podem ser usadas em memorandos ou cartas, em reuniões e em conversações telefônicas. Às vezes, a melhor solução pode ser a combinação de duas ou mais das possíveis soluções oferecidas.

Se você for o responsável pela direção da reunião é bom que procure seguir as seguintes regras:

• Procure começar a reunião com uma breve explicação do problema. Veja, em seguida, se os participantes o compreenderam bem.

• Questione as causas do problema.

• Faça resumos com freqüência do que foi discutido até então.

• Peça as soluções possíveis, buscando ter as evidências que comprovem a praticidade de cada solução.

• Após o problema ter sido suficientemente discutido, faça um resumo final e proceda, então, à sua votação.

• O ideal é que todas as soluções apontadas tenham responsáveis e prazo para execução.

• Sempre que for conveniente, nomeie uma pessoa ou uma comissão encarregada de verificar se a decisão foi tomada corretamente e no tempo previsto.

• Evite expressar suas idéias pessoais e só o faça depois que os outros as tenham expressado. Seu objetivo principal é dirigir e não participar calorosamente da discussão.

• Seja flexível. No entanto, se você tem mais de doze pessoas em uma reunião, procure garantir que a pessoa que queira falar obtenha a sua autorização. Ela deverá levantar a mão e se pronunciar somente após sua autorização, seja pela menção ao nome ou por um aceno afirmativo com a cabeça. Uma outra forma é fazer uma bolinha de papel e só permitir que fale aquele que a tiver nas mãos.

• Mantenha a reunião ativa, sem se desviar do tema. Garanta que seja rápida, com exposições curtas. Intervenha quando alguém falar muito ou com demasiada freqüência, assim como quando saírem do tema. Reforce: “O assunto que estamos discutindo é... Por favor, não se afaste do tema”.

• Procure fazer com que todos participem da reunião, porém evite perguntar diretamente a cada um a sua opinião.

Quando você participa de uma reunião, você obtém melhores resultados se todos os participantes observarem as seguintes regras:

• Fale do seu lugar, só levante se estiver em uma grande assembléia.

• Fale de maneira breve, resumida e sobre o tema em discursão.

• Preocupe-se com o seu tom de voz. Fale sempre em tom de conversação, mas garanta que todos o ouçam.

• Admita só uma solução do problema de cada vez.

• Apóie cada solução sugerida, desde que indique um resultado.

• Apresente evidências que demonstrem que a solução proposta é coerente.

• Evite expressar suposições ou generalidades numa reunião.

• Ouça atentamente a todos os participantes.

• Não interrompa a fala de outra pessoa.

• Em vez de fazer afirmações diretas, faça perguntas.

• Se fizerem alguma afirmação com a qual você não concorda, não discuta. Pergunte, em tom amigável, o que faz com que a pessoa tenha essa opinião. Dessa maneira você obterá informações muito valiosas.

Você pode fazer um “algo a mais” para que as reuniões fiquem ainda melhores:

• Ao invés de simplesmente seguir a pauta, discuta as coisas certas e inclua itens mais importantes e urgentes nela.

• Aproveite os estilos e preferências dos membros na distribuição das tarefas ao invés de simplesmente começar e terminar a reunião na hora marcada.

• Na maior parte do tempo, tome decisões. Não fique apenas no relato e compartilhamento de informações.

• É fundamental que você envolva todos os membros da equipe nas reuniões. Inclua, sempre que possível, parceiros internos, clientes e fornecedores na reunião.

( Extraído do livro A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado )

* Sonia Jordão é conferencista, consultora e facilitadora de cursos. Especialista em liderança com vasta experiência na área empresarial e acadêmica. Autora dos livros: A Arte de Liderar e E agora, Venceslau?.
E-mail: tecer@soniajordao.com.br
Site: www.soniajordao.com.br

Etapas da Venda: Prospecção

* por Paulo Araújo

Odiada por uns, amada por outros. A atividade de prospectar apesar de básica e fundamental ainda parece um grande martírio para uma boa parte dos profissionais de vendas.

Encontrando dificuldades para prospectar? Então leia as dicas abaixo e aumente o seu número de clientes.

O prospect de hoje pode ser o seu grande cliente amanhã. A atividade de prospecção deve ser um hábito. Pelo simples fato de que clientes vão e vem, surgem e desaparecem com o passar do tempo e nada impede que o seu concorrente possa vir a se tornar o grande parceiro do seu cliente amanhã. Nada de deitar em berço esplêndido e pensar que os clientes de hoje bastam para bons resultados futuros.

Aprenda a qualificar o cliente. Antes de sair por aí usando o seu escasso tempo faça uma análise se vale a pena ou não apresentar seus produtos ou serviços para aquele prospect. Pesquise na internet, converse com fornecedores dos quais ele já compra, procure obter referências sobre as pessoas com as quais você pretende negociar. Qualificar e segmentar os prospects demanda planejamento e pesquisa, mas pode evitar inadimplência futura, desgaste com negociação, perda de tempo e dinheiro tentando vender para quem não tem o perfil que a sua empresa deseja.

Peça indicações. Ainda fico pasmo em saber que mesmo com toda a tecnologia disponível como telefone celular, e-mails, redes de relacionamentos, entre outras ferramentas ainda são poucos os profissionais de vendas que pedem indicação para os clientes atuais. Não sei se é por vergonha ou medo de falar o nome de quem indicou, isso ainda é um mistério que pretendo desvendar. Não tenha medo de pedir nomes de pessoas ou empresas que podem vir a comprar de você. Indicação é sinal de confiança do cliente atual e as portas são abertas muito mais facilmente quando o prospect sabe quem indicou.

Vá ao lugar certo. Os seus clientes potenciais não estão todos soltos por aí, largados ao vento. Note que eles têm interesses em comum e devem participar das mesmas associações de classes, feiras, exposições, páginas amarelas de listas telefônicas, congressos e outros tipos de eventos. É claro que é impossível você participar de tudo, mas não participar de quase nada é um erro mais comum do que se imagina. O pior é quando o vendedor participa de alguma feira ou congresso e fica a caça não de clientes potenciais, mas sim de brindes, bebidas e comidas. Assim você só ganha peso e não dinheiro!

Registre os contatos com os prospectes. Vendedor que se preza não reclama do relatório de visita, e sim o usa como ferramenta para aumentar suas vendas. Não tem como se lembrar de tudo no futuro. Então como saber chamar a pessoa pelo seu nome de guerra, o que foi discutido no primeiro encontro, quais foram suas impressões, quais as necessidades reais do cliente e primeiras objeções? Ufa! É isso mesmo! Não tem como deixar registrado tudo na cabeça. Registre tudo e mais um pouco no seu relatório de visitas e assim você irá se sentir muito mais preparado para uma segunda abordagem e quem sabe uma futura venda.

Seja profissional. Evite visitas sem marcar horário, isso causa uma péssima impressão e atrapalha os horários do seu cliente. Prepare seu roteiro e caso receba uma indicação de última hora e esteja próximo do cliente ligue antes para saber se é possível recebê-lo. Todo cuidado é pouco na hora da primeira impressão e neste momento toda organização é válida. Separe folders, catálogos técnicos, brindes, produtos demonstrativos, enfim tudo aquilo que pretende dar para o cliente. Cuidado com a postura corporal, como soam as palavras e nada de intimidades com quem você ainda não conhece. Nem pense em falar mal da concorrência, nada de prometer o que você não sabe se pode cumprir e não use a palavra "preço", substitua pela palavra "valor". Ouça muito e comece já no primeiro encontro a deixar claro que você está aí para agregar valor ao seu futuro cliente.

Aprimore sempre e não desista. Evite ficar assustado com a quantidade de vezes que você ouvirá "não, obrigado!". Isso é absolutamente normal e faz parte do jogo. Quanto mais "nãos" você recebe mais perto de um "sim" você está. Tenha foco e seja disciplinado. Aprimore sempre o seu método de prospecção e nunca se esqueça que se às vezes isso parece difícil, chato e com resultados demorados basta nunca esquecer que todo cliente atual foi um dia um prospect, e que em momentos de crise nada adianta lamentar o que não foi feito no passado.

* Paulo Araújo é palestrante de motivação e vendas e escritor. Autor de "Desperte seu Talento – dicas essenciais para a sua carreira" - Editora EKO, entre outros livros. Site: www.pauloaraujo.com.br

Falando sobre Qualidade...

* por Sonia Jordão

Qualidade é um processo inesgotável de busca pela excelência. É difícil atingir a excelência, uma vez que quando a organização atinge uma meta, já apareceram outras melhorias que precisam ser realizadas.

A excelência será atingida quando todos – clientes, colaboradores, fornecedores e acionistas – estiverem plenamente satisfeitos. A busca pela qualidade deve fazer parte de todos os momentos e situações de nossas vidas. Ela não está somente naquilo que pode ser melhorado. É também a manutenção dos níveis alcançados. Mais ainda: é a busca da melhoria contínua e permanente.

Talvez um dos temas mais fortes em qualidade seja o conceito de melhoria contínua. Nós precisamos passar de uma atitude de “se não estiver quebrado, não conserte”, para “se não estiver quebrado, conserte assim mesmo”.

As organizações sabem que investir em qualidade produz menos defeitos, proporciona uma posição financeira melhor e traz uma menor rotatividade de pessoal. Além disto, produtos melhores proporcionam maior bem-estar e menor absenteísmo de seus colaboradores e, o que é melhor, deixam os clientes mais satisfeitos.

Para executar um bom programa de qualidade é fundamental usar indicadores, uma vez que é praticamente impossível realizar um programa sem o uso deles. Os líderes são responsáveis pela coleta e análise destes indicadores. Eles são indispensáveis para sabermos:

• Aonde queremos chegar.

• Como podemos melhorar.

• Em que ponto do caminho nós estamos.

• Como estão os resultados dos nossos esforços.

• O que deve ser feito para atingirmos o objetivo.

• Quanto falta para atingirmos o objetivo.

Através do uso de indicadores poderemos saber quais serão os nossos desafios e como vencê-los. Precisamos estar continuamente analisando os resultados destes indicadores e como eles estão mudando após a implementação de novos procedimentos e novos métodos de trabalho.

Desafios que nunca mudam deixam de ser desafios. Metas repetitivas não têm mais atrativos. Temos que buscar a melhoria continuamente. É preciso despertar nas pessoas a vontade de crescer, de sair do comodismo. É preciso mobilizá-las e motivá-las para o significado do trabalho bem-feito na primeira vez, e sempre.

Comunicar a mensagem de excelência no atendimento, interna ou externamente, não é um programa ou evento. É um esforço permanente, que nunca se pode dar por encerrado.

A todo momento surgem novas filosofias gerenciais para as organizações. Mas praticamente todas elas destacam a necessidade do comprometimento das pessoas como uma nova força decisiva para o sucesso da organização. E uma ótima maneira de comprometer o ser humano é através da participação.

Em uma organização todos os serviços são importantes, e basta que um setor falhe para que todo o sistema seja colocado em dúvida. As pessoas precisam saber que aquilo que fazem tem importância. Desejam responsabilidades.

Ninguém conhece melhor o trabalho do que aquele que o executa. O sucesso ou fracasso de qualquer negócio pode depender de mil fatores, mas acima de tudo depende das pessoas.

O sucesso de qualquer programa de qualidade depende da participação de todos. Já dizia Henry Ford: “Uma corrente é tão forte quanto seu elo mais fraco”. Ninguém comanda mais ninguém: esse é outro princípio decisivo nas organizações de hoje. Chefes autoritários são substituídos por líderes participantes.

O líder de hoje deve ser, mais do que tudo, um facilitador; alguém bastante capaz para extrair respostas dos outros, inclusive de pessoas que talvez nem tenham consciência do que sabem... Veja a sutil diferença entre dois tipos de líderes:

• Líder Tradicional: Tem todas as respostas.

• Líder Eficaz: Sabe fazer as perguntas certas.

Os líderes envolvidos com a qualidade nas organizações precisam entender e gostar de gente para ajudar cada colaborador da organização onde trabalha a buscar o seu crescimento e a sua melhoria contínua, pessoal e profissional.

( Extraído do livro A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado )

* Sonia Jordão é conferencista, consultora e facilitadora de cursos. Especialista em liderança com vasta experiência na área empresarial e acadêmica. Autora dos livros: A Arte de Liderar e E agora, Venceslau?.
E-mail: tecer@soniajordao.com.br
Site: www.soniajordao.com.br

Conferência Internacional: Direito Internacional Humanitário - Direito dos Conflitos Armados

* pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto
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Os Estados signatários das Convenções de Genebra de 1949 e dos respectivos Protocolos Adicionais de 1977 comprometeram-se a divulgar as suas disposições tão amplamente quanto possível nos seus respectivos Países, quer em tempo de paz quer em tempo de guerra. De facto, a difusão do Direito Internacional Humanitário e do Direito dos Conflitos Armados constitui um factor essencial da aplicação efectiva do Direito e, por consequência, da protecção das vítimas das situações de conflito armado.

Neste sentido, pretendem a Faculdade de Direito da Universidade do Porto e o Comando do Pessoal e a Faculdade de Direito da Universidade do Porto dar um contributo para um tratamento científico do tema, realizando, no próximo dia 20 de Maio de 2009, pelas 9h30, no Salão Nobre da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, uma Conferência Internacional sobre "Direito Internacional Humanitário - Direito dos Conflitos Armados" - a evoluir no futuro, eventualmente, para a oferta de formação mais sistemática nesta área.

A iniciativa conta com a presença de reputados especialistas.

* Faculdade de Direito da Universidade do Porto
Maria Manuela Santos
Gabinete de Relações com o Exterior
Rua dos Bragas, nº223
4050-123 PORTO
Tel.: +351 22 204 16 73 - Fax: +351 22 204 16 72
"Maria Manuela Santos"

Quinta-feira, Março 26, 2009

Reflexões sobre Portugal

* pelo Professor Doutor Medina Carreira

"Vocês, comunicação social o que dão é esta conversa de «inflação menos 1 ponto», o «crescimento 0,1 em vez de 0,6»... Se as pessoas soubessem o que é 0,1 de crescimento, que é um café por português de 3 em 3 dias... Portanto andamos a discutir um café de 3 em 3 dias... mas é sem açúcar..."

"Eu não sou candidato a nada, e por conseguinte não quero ser popular. Eu não quero é enganar os portugueses. Nem digo mal por prazer, nem quero ser «popularucho» porque não dependo do aparelho político!"

"Ainda há dias eu estava num supermercado, numa bicha para pagar, e estava uma rapariga de umbigo de fora com umas garrafas, e em vez de multiplicar «6x3=18», contava com os dedos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9... Isto é ensino... é falta de ensino, é uma treta! É o futuro que está em causa!"

"Os números são fatais. Dos números ninguém se livra, mesmo que não goste. Uma economia que em cada 3 anos dos últimos 27, cresceu 1% em 2... esta economia não resiste num país europeu."

"Quem anda a viver da política para tratar da sua vida, não se pode esperar coisa nenhuma. A causa pública exige entrega e desinteresse."

"Se nós já estamos ultra-endividados, faz algum sentido ir gastar este dinheiro todo em coisas que não são estritamente indispensáveis? P'ra gente ir para o Porto ou para Badajoz mais depressa 20 minutos? Acha que sim? A aviação está a sofrer uma reconversão, vamos agora fazer um aeroporto, se calhar não era melhor aproveitar a Portela? Quer dizer, isto está tudo louco!"

"Eu por mim estou convencido que não se faz nada para pôr a Justiça a funcionar porque a classe política tem medo de ser apanhada na rede da Justiça. É uma desconfiança que eu tenho. E então, quanto mais complicado aquilo for..."

"Nós tivemos nos últimos 10-12 anos 4 Primeiros-Ministros:

- Um desapareceu;

- O outro arranjou um melhor emprego em Bruxelas, foi-se embora;

- O outro foi mandado embora pelo Presidente da República;

- E este coitado, anda a ver se consegue chegar ao fim e fazer alguma coisa...".

"O João Cravinho tentou resolver o problema da corrupção em Portugal. Tentou. Foi "exilado" para Londres. O Carrilho também falava um bocado, foi para Paris. O Alegre depois não sei para onde ele irá... Em Portugal quem fala contra a corrupção ou é mandado para um "exílio dourado", ou então é entupido e cercado."

"Mas você acredita nesse «considerado bem»? Então, o meu amigo encomenda aí uma ponte que é orçamentada para 100 e depois custa 400? Não há uma obra que não custe 3 ou 4 vezes mais? Não acha que isto é um saque dos dinheiros públicos? E não vejo intervenção da polícia... Há-de acreditar que há muita gente que fica com a grande parte da diferença!"

"De acordo com as circunstâncias previstas, nós por volta de 2020 somos o país mais pobre da União Europeia. É claro que vamos ter o nome de Lisboa na estratégia, e vamos ter, eventualmente, o nome de Lisboa no tratado. É, mas não passa disso. É só para entreter a gente..."

"Isto é um circo. É uma palhaçada. Nas eleições, uns não sabem o que estão a prometer, e outros são declaradamente uns mentirosos:

- Prometem aquilo que sabem que não podem."

"A educação em Portugal é um crime de «lesa-juventude»: Com a fantasia do ensino dito «inclusivo», têm lá uma data de gente que não quer estudar, que não faz nada, não fará nada, nem deixa ninguém estudar. Para que é que serve estar lá gente que não quer estudar? Claro que o pessoal que não quer estudar está lá a atrapalhar a vida aqueles que querem estudar. Mas é inclusiva... O que é inclusiva? É para formar tontos? Analfabetos?"

"Os exames são uma vergonha. Você acredita que num ano a média de Matemática é 10, e no outro ano é 14? Acha que o pessoal melhorou desta maneira? Por conseguinte a única coisa que posso dizer é que é mentira! Está-se a levar a juventude para um beco sem saída. Esta juventude vai ser completamente desgraçada!"

"A minha opinião desde há muito tempo é TGV - Não! Para um país com este tamanho é uma tontice. O aeroporto depende. Eu acho que é de pensar duas vezes esse problema. Ainda mais agora com o problema do petróleo. "
"Bragança não pode ficar fora da rede de auto-estradas? Não? Quer dizer, Bragança fica dentro da rede de auto-estradas e nós ficamos encalacrados no estrangeiro? Eu nem comento essa afirmação que é para não ir mais longe... Bragança com uma boa estrada fica muito bem ligada. Quem tem interesse que se façam estas obras é o Governo Português, são os partidos do poder, são os bancos, são os construtores, são os vendedores de maquinaria... Esses é que têm interesse, não é o Português!"

"Nós em Portugal sabemos é resolver o problema dos outros: A guerra do Iraque, do Afeganistão, se o Presidente havia de ter sido o Bush, mas não sabemos resolver os nossos. As nossas grandes personalidades em Portugal falam de tudo no estrangeiro: criticam, promovem, conferenciam, discutem, mas se lhes perguntar o que é que se devia fazer em Portugal nenhum sabe. Somos um país de papagaios... Receber os prisioneiros de Guantanamo? «Isso fica bem e a alimentação não deve ser cara...» Saibamos olhar para os nossos problemas e resolvê-los e deixemos lá os outros... Isso é um sintoma de inferioridade que a gente tem, estar sempre a olhar para os outros. Olhemos para nós!"

"A crise internacional é realmente um problema grave, para 1 - 2 anos. Quando passar lá fora, a crise passará cá. Mas quando essa crise passar cá, nós ficamos outra vez com os nossos problemas, com a nossa crise. Portanto é importante não embebedar o pessoal com a ideia de que isto é a maldita crise. Não é!"

"Nós estamos com um endividamento diário nos últimos 3 anos correspondente a 48 milhões de euros por dia: Por hora são 2 milhões! Portanto, quando acabarmos este programa Portugal deve mais 2 milhões! Quem é que vai pagar?"

"Isso era o que deveríamos ter em grande quantidade. Era vender sapatos. Mas nós não estamos a falar de vender sapatos. Nós estamos a falar de pedir dinheiro emprestado lá fora, pô-lo a circular, o pessoal come e bebe, e depois ele sai logo a seguir..."

"Ouça, eu não ligo importância a esses documentos aprovados na Assembleia... Não me fale da Assembleia, isso é uma provocação... Poupe-me a esse espectáculo...."

"Isto da avaliação dos professores não é começar por lado nenhum. Eu já disse à Ministra uma vez «A senhora tem uma agenda errada"» Porque sem pôr disciplina na escola, não lhe interessa os professores. Quer grandes professores? Eu também, agora, para quê? Chegam lá os meninos fazem o que lhes dá na cabeça, insultam, batem, partem a carteira e não acontece coisa nenhuma. Vale a pena ter lá o grande professor? Ele não está para aturar aquilo... Portanto tem que haver uma agenda para a Educação. Eu sou contra a autonomia das escolas. Isso é descentralizar a «bandalheira»."

"Há dias circulava na Internet uma notícia sobre um atleta olímpico que andou numa "nova oportunidade" uns meses, fez o 12ºano e agora vai seguir Medicina... Quer dizer, o homem andava aí distraído, disseram «meta-se nas novas oportunidades» e agora entra em Medicina... Bem, quando ele acabar o curso já eu não devo cá andar felizmente, mas quem vai apanhar esse atleta olímpico com este tipo de preparação... Quer dizer, isto é tudo uma trafulhice..."

"É preciso que alguém diga aos portugueses o caminho que este país está a levar. Um país que empobrece, que se torna cada vez mais desigual, em que as desigualdades não têm fundamento, a maior partedelas são desigualdades ilegítimas para não dizer mais, numa sociedade onde uns empobrecem sem justificação e outros se tornam multi-milionários sem justificação, é um caldo de cultura que pode acabar muito mal. Eu receio mesmo que acabe."

"Até há cerca de um ano eu pensava que íamos ficar irremediavelmente mais pobres, mas aqui quentinhos, pacíficos, amiguinhos, a passar a mão uns pelos outros... Começo a pensar que vamos empobrecer, mas com barulho... Hoje, acrescento-lhe só o «muito». Digo-lhe que a gente vai empobrecer, provavelmente com muito barulho... Eu achava que não havia «barulho», depois achava que ia haver «barulho», e agora acho que vai haver «muito barulho». Os portugueses que interpretem o que quiserem..."

"Quando sobe a linha de desenvolvimento da União Europeia sobe a linha de Portugal. Por conseguinte quando os Governos dizem que estão a fazer coisas e que a economia está a responder, é mentira! Portanto, nós na conjuntura de médio prazo e curto prazo não fazemos coisa nenhuma. Os governos não fazem nada que seja útil ou que seja excessivamente útil. É só conversa e portanto, não acreditem... No longo prazo, também não fizemos nada para o resolver e esta é que é a angústia da economia portuguesa."

"Tudo se resume a sacar dinheiro de qualquer sítio. Esta inter-penetração do político com o económico, das empresas que vão buscar os políticos, dos políticos que vão buscar as empresas... Isto não é um problema de regras, é um problema das pessoas em si... Porque é que se vai buscar políticos para as empresas? É o sistema, é a (des)educação que a gente tem para a vida política... Um político é um político. E um empresário é um empresário. E não deve haver confusões entre uma coisa e outra. Cada um no seu sítio. Esta coisa de ser político, depois ministro, depois sai, vai para ali, tira-se de acolá, volta-se para ministro...é tudo uma sujeira que não dá saúde nenhuma à sociedade."

"Este país não vai de habilidades nem de espectáculos. Este país vai de seriedade. Enquanto tivermos ministros a verificar preços e a distribuir computadores, eles não são ministros! Eles não são pagos nem escolhidos para isso! Eles têm outras competências e têm que perceber quais os grandes problemas do país!"

"Se aparece aqui uma pessoa para falar verdade, os vossos comentadores dizem «este tipo é chato, é pessimista».... Se vem aqui outro trafulha a dizer umas aldrabices fica tudo satisfeito... Vocês têm que arranjar um programa onde as pessoas venham à vontade, sem estarem a ser pressionadas, sossegadamente dizer aquilo que pensam. E os portugueses se quiserem ouvir, ouvem. E eles vão ouvir, porque no dia em que começarem a ouvir gente séria e que não diz aldrabices, param para ouvir. "

"O Português está farto de ser enganado! "

"Todos os dias tem a sensação que é enganado!"

* Nota: O Professor Doutor Medina Carreira, um dos mais capacitados economistas portugueses, sempre que fala, deixa o País a reflectir, estupefacto. Aqui deixamos a síntese de uma das últimas entrevistas que concedeu.

Segunda-feira, Março 23, 2009

Beber e Conduzir na Malásia

* por Anónimo

Domingo, Março 22, 2009

Desmistificando o significado da crise

* por Sonia Jordão

Em vários campos de nossa vida e em diversos momentos passamos por crises. Na nossa juventude temos a crise da adolescência, em função das mudanças que acontecem em nosso corpo e que na maioria das vezes não entendemos e por isso geram conflitos e sofrimentos. Muitos de nós temos crises em nossos relacionamentos, e algumas vezes até levam à ruptura.

Na vida profissional isso também não é diferente. Quantas vezes temos dúvidas se estamos no caminho certo, na profissão correta, na empresa mais adequada as nossas capacidades e expectativas? Como as empresas são feitas de pessoas também nelas as crises chegarão de tempos em tempos em função das crises pessoais, inclusive da liderança.

Acreditando que aquilo que conhecemos é mais fácil resolver e superar, procurei estudar o sentido da palavra crise. Descobri que se origina da palavra grega Krísis e no dicionário li que é uma manifestação violenta e repentina de ruptura de equilíbrio; também definida como fase difícil, grave, na evolução das coisas, dos fatos, das idéias; é também um estado de dúvidas e incertezas; momento perigoso ou decisivo; além disso, é ponto de transição entre um período de prosperidade e outro de depressão; tensão, conflito.

Continuando minhas pesquisas descobri que a bíblia trás a palavra crisol, que leva a interpretação da palavra crise como purificação. Crisol é definido como um cadinho, um recipiente das máquinas fundidoras, onde se derrete o metal e separa materiais diferentes. Além disso, no dicionário tem o significado de servir para evidenciar as boas qualidades do indivíduo. Aprendi também o verbo acrisolar que significa purificar-se, submetendo-se a provas; aperfeiçoar-se, sublimar-se.

Pensando na história de purificação e de separação entendi que quando uma crise acontece é o momento ideal para separarmos o que temos de bom do que temos de ruim e aí fazermos dela a oportunidade que os chineses falam e aproveitarmos para sermos melhores e crescermos. Entendi que o melhor a fazer é buscar o auto-conhecimento para assim conseguir separar as virtudes e os defeitos. Descobrir quais são nossos pontos fortes, nossas principais qualidades, pois essas nos permitirão montar estratégias para vencer a concorrência. Também é bom sabermos quais as oportunidades que o mercado nos oferece. Assim, saberemos onde poderemos atuar e traçar um cenário do futuro para superar os problemas que por acaso venham acontecer.

Claro que precisaremos também identificar nossos pontos fracos e as ameaças que o mercado oferece. Esses dados serão importantes para planejarmos nossas ações visando superar nossas deficiências, independentemente de termos uma imprensa sensacionalista ou não.

Por exemplo, imagine que ao fazermos essa análise descobrimos que não temos domínio de uma língua e que por isso não podemos atuar em um determinado país, onde poderíamos obter grande sucesso em função de nossos pontos fortes. Podemos contratar um intérprete ou procurarmos aprender a língua rapidamente. Assim aproveitaríamos as oportunidades.

Não podemos deixar o otimismo e o entusiasmo cair – é preciso ter foco e ir à caça de novos negócios. Precisamos enxergar a parte cheia do copo que está pela metade e não a parte vazia. Patrões usam da crise para demitir, profissionais ruins usam para se justificar. Até quando você vai ficar justificando seus fracassos? Aprenda com os vencedores a comemorar.

* Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora. Autora dos livros “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e do livro de bolso “E agora, Venceslau? Como deixar de ser um livro explosivo”. Portal: www.soniajordao.com.br

Vendas Criativas e Divertidas

* por Paulo Araújo

Virar a empresa de pernas pro ar, estimular a criatividade da equipe de vendas, fidelizar o cliente e melhorar a sua lucratividade não é das tarefas mais fáceis em tempos difíceis.

Dizem que viver com medo é viver pela metade, então vamos nos espelhar nos curiosos, engraçados e criativos produtos e métodos de vendas nos casos abaixo citados e quem sabe criar algo novo que impulsione as suas vendas.

De olho no verão, sorveteria carioca cria os sabores “viagra” e “chá verde”. A internauta Fabiana postou a notícia no site www.dihitt.com.br e não é que a novidade está fazendo sucesso! Longe de ser só brincadeira o autor da façanha garante que o produto tem funções antioxidantes e estimulantes para abrir o apetite sexual. É provar para ver!

Vendedor honesto. Cansado de tanto responder a pergunta se o churrasquinho de gato que vendia realmente era de carne de gato um vendedor ambulante de apelido Ceará resolveu colocar uma placa ao lado da sua churrasqueira com os dizeres: “Churrasquinho do Ceará – de gato siamês criado na ração. Nunca comeu rato.” Sabe o que é pior? Tem gente que compra!

A turma da Mônica cresceu! Recentemente foi lançada a nova revista da turma da Mônica Jovem. A novidade? Eles cresceram! O primeiro episódio envolve primeiro beijo da Mônica no Cebola, que não se chama mais Cebolinha. Mauricio de Sousa disse em entrevista: “vou ter todos os cuidados para não ultrapassar a fronteira do bom gosto. A nova fase da Turma da Mônica é uma revista para família, que precisa ter mensagens. Vamos falar de qualquer tema, mas sempre de maneira suave e tranqüila, sem ferir sensibilidades”.

Essa saiu até na revista Veja. A dentista carioca Andrea se cansou de tanta mesmice nos consultórios dentários e inovou! Especialista no tratamento dentário em crianças ela decidiu comprar várias fantasias de personagens infantis e deixar o pequeno cliente se vestir com seu personagem preferido antes de iniciar o tratamento. Assim a sensação de dor é menor. Afinal Batman que é Batman não tem medo de anestesia!

Atender bem é bom, mas cuidado com a inadimplência! Essa eu mesmo presenciei em Luziânia - GO que fica no caminho entre Brasília e Caldas Novas onde fui realizar palestra. Veja só os dizeres da propaganda em um muro da cidade: “Gás fiado! É só ligar e informar o número do CPF. Ligue 3601 xxxx.” De tão simples chega a ser tentador pedir o gás pra uma empresa dessas! Mas e a inadimplência? Esse dado eu vou ficar devendo afinal estava só de passagem.

Agora reúna a sua equipe e pense em criar algo novo, simples, diferente e que possa atrair mais clientes e aumentar suas vendas! E já que o assunto é criatividade e diversão leia só mais esta e nunca se esqueça que sempre tem um jeitinho para vender mais.

O vendedor ambulante bate à porta da casa:- Minha senhora tenho aqui linhas, agulhas, alfinetes, presilhas, zíperes, grampos, pentes, escovas... - Não preciso de nada disso! Já tenho tudo! - Então, que tal comprar esse livro de orações pra agradecer a Deus por não lhe faltar nada!

* Paulo Araujo - palestrante e escritor. Autor de Motivacao - Hoje e Sempre (editora Qualitymark), entre outros livros. Site: www.pauloaraujo.com.br

Quantas vidas você tem?

* por Tom Coelho

Num primeiro momento, a pergunta pode parecer tola, e a resposta, óbvia. Mas na medida em que avançamos na leitura de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, o questionamento ganha sentido e significado.

Tom Coelho faz um convite à reflexão demonstrando que é impraticável dissociar a vida pessoal da profissional e estabelece a busca do equilíbrio dinâmico como medida para alcançar a serenidade, o prazer e a felicidade.

As Sete Vidas começam pelos cuidados com a saúde física e mental, com ênfase em aspectos como sono reparador, nutrição funcional e prática esportiva. Segue a vida afetiva, abordando relacionamentos interpessoais com pais, irmãos, filhos, amigos e cônjuges. A vida profissional é tratada sob o enfoque da gestão por competências, com apresentação de uma metodologia diferenciada que enumera 30 competências essenciais. A vida cultural transita pelo terreno do autoconhecimento, do desenvolvimento de habilidades e do lazer. O capítulo sobre sociabilidade faz um apanhado sobre responsabilidade social, meio ambiente, cidadania e solidariedade. Na vida material o leitor recebe instruções valiosas sobre como fazer um planejamento financeiro. O último capítulo versa sobre expansão de consciência e espiritualidade – e não religiosidade, como enfatiza o autor.

A obra tem um estilo literário próprio que conduz o leitor com fluência por suas páginas. O texto não é teórico, mas também não é superficial. Há passagens autobiográficas, instrumentais e até filosóficas. Ao final de cada capítulo, o autor oferece um sistema de planejamento que permite ao leitor colocar em prática as sugestões discorridas.

Para o escritor e especialista em oratória, Reinaldo Polito, é “um livro para ser lido e relido”. O educador Mario Sergio Cortella diz que “o livro nos indaga e nos provoca a uma revisão propositiva, em vez de apenas nos admoestar de forma arrogante e abstrata”. E o economista Eduardo Giannetti acredita que este é “um livro capaz de turbinar sua vida”.

Leia você mesmo, tire suas conclusões e responda com sinceridade, ao final: “Quantas vidas você tem?”

* Tom Coelho é autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, além de consultor, professor universitário e palestrante. Com formação em Publicidade pela ESPM, Economia pela FEA/USP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, é mestrando em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac. Diretor da Lyrix Desenvolvimento Humano, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br.

Sexta-feira, Março 13, 2009

O que é Psicologia Clínica?

* por Dr. João Falcão - Psicólogo Clínico
InMental Institute - Psicologia Hipnoterapia Medicina

O que é a Psicologia Clínica ou Psicoterapia de Apoio?

Por vezes temos crises, episódios de vida ou situações que nos provocam mau-estar e desconforto psicológico. Sentimo-nos diferentes, com medo, ansiedade, resistentes a certas mudanças, com dificuldades emocionais. A Psicoterapia de Apoio é uma intervenção psicológica que promove a saúde mental através da utilização de técnicas variadas. A aliança terapêutica entre psicólogo e paciente torna-se fundamental para que o processo terapêutico seja realizado com sucesso.

1. TER UM TERAPEUTA E RETIRAR O MÁXIMO DA TERAPIA

A psicoterapia é um tratamento bastante eficaz para problemas emocionais e mentais. Com o objectivo de retirar o máximo proveito da terapia, é importante escolher o terapeuta certo – alguém em quem confiemos, que nos faça sentir “acarinhados”, alguém que tenha a experiência de nos ajudar a fazer as mudanças que queremos levar adiante nas nossas vidas.

2. INDICAÇÕES PARA PSICOLOGIA CLÍNICA

PROBLEMAS EM RELACIONAMENTOS - se teve uma série de relações infelizes ou se está presentemente numa relação dolorosa, é altura de fazer algo diferente. Se calhar precisa de aprender novas maneiras de se olhar a si mesmo(a) e às suas relações. É necessário aprender técnicas de comunicação efectiva e de introspeção dinâmica, ferramentas essenciais na gestão dos problemas relacionais, e no estabelecimento de relacionamentos saudáveis.

MEDOS, FOBIAS E OBSESSÕES - Os medos, as fobias, as obsessões e compulsões são perturbações de ansiedade. Ao longo do tempo estas perturbações foram tratadas através da hipnose, do biofeedback, da modificação do comportamento e através da medicação. Acreditamos que o tratamento deve ser adaptado às características únicas de cada cliente. Uma síntese de técnicas actuais é utilizada para maximizar resultados positivos num curto espaço de tempo.

DEPRESSÃO E ISOLAMENTO - A maioria das pessoas deprimidas sente isolamento, impotência e desconexão em relação às outras pessoas e ao mundo à sua volta. Quanto mais deprimidos ficamos, mais separados nos sentimos e consequentemente menos aptos para olhar para uma solução. As pessoas seriamente deprimidas vivem as suas vidas como se estivessem à espera de morrer. A medicação não é a única saída para a depressão. Fale connosco.

MEDO DE PERDER O CONTROLO - Por vezes sentimo-nos mesmo mal. Angustiados, a cair no abismo ou com a sensação de estarmos a ficar loucos. Geralmente isto ocorre em momentos críticos da nossa vida onde a ajuda é essencial. A utilização de técnicas psicoterapêuticas diferentes irá ensinar-lhe como ganhar confiança e a viver de um modo mais harmonioso e em paz.

STRESS, TENSÃO E ANSIEDADE - A vida não está fácil. Por vezes as pessoas acumulam o stress e a tensão como resultado de experiências ou episódios de vida negativos que possam ter. O nosso objectivo é precisamente analisar as causas desse stress e dessa ansiedade, de modo a proporcionar-lhe uma vida mais calma e confiante.

PERTURBAÇÕES DE PERSONALIDADE – Acha que tem padrões de personalidade persistentes no tempo que dificultam o seu dia-a-dia e a sua relação com os outros? Estes padrões revelam-se disfuncionais, causam desconforto emocional e psicológico. Existem inúmeros padrões de personalidade que prejudicam a relação com os outros, stress, andiedade, depressão e o mais importante, a nossa relação connosco próprios. Tenha coragem e dê um paço em direcção à mudança. Por si, e pelos outros.

PROBLEMAS EMOCIONAIS – Como Psicólogos Clínicos acreditamos que um indivíduo saudável expressa todas as suas emoções. Raiva, tristeza, alegria, excitação, medo, são emoções que fazem parte das nossas vidas. Se sentimos certas emoções negativas em “demasia” poderá ser um indicador de que temos um problema emocional. As emoções são para ser sentidas e libertas, dando assim espaço a todo o espectro emocional. Acha que tem um problema emocional? Fale connosco.

3. COMPREENDER A PSICOTERAPIA

O objectivo da boa psicoterapia é a mudança, e um terapeuta qualificado está profissionalmente treinado para nos ajudar a identificar e trabalhar com os objectivos que queremos atingir. Um bom terapeuta é alguém com quem pode facilmente falar, alguém que se preocupa consigo e com os seus problemas. Os terapeutas são profissionais qualificados para trabalharem consigo para identificar as áreas da sua vida que quer mudar, dando-lhe suporte ao longo desse processo. A qualidade da sua relação com um terapeuta empático e conhecedor dos seus problemas é o que é mais importante.

3.1 Porquê psicoterapia e não medicação?

O pensamento de poder resolver todos os seus problemas tomando um comprimido diário poderá ser atractivo. Se ao menos fosse assim tão fácil! Os problemas mentais e emocionais têm múltiplas causas, e a medicação não é uma cura que per se resolva tudo. A medicação pode ajudar no alívio de certos sintomas, mas pode ter efeitos secundários e não oferece um alívio completo.

A terapia pode-nos consumir tempo e ser desafiadora à medida que pensamentos e emoções desconfortáveis podem surgir ao longo do processo terapêutico. No entanto, a terapia fornece benefícios a longo prazo e suporte. Aprender e resolver as causas subjacentes dos seus problemas emocionais e mentais não só nos dá alívio dos sintomas mas também nos dá ferramentas para identificar e evitar gatilhos no futuro. A terapia também nos fornece uma melhor gestão dos nossos problemas, dando-nos ferramentas para lidarmos melhor com certos padrões, pensamentos e complicações emocionais; pode-nos ajudar também a modificar comportamentos que queremos mudar.

3.2 Mitos acerca da terapia

Eu não preciso dum terapeuta, basta-me falar com os amigos – enquanto que o suporte dos amigos e da família é importante, a terapia é diferente. Os terapeutas estão profissionalmente treinados como ouvintes que nos ajudam a chegar à raiz dos nossos problemas e a guiarem-nos para uma solução.

A terapia é para as pessoas que estão mal da cabeça, para queles que não conseguem resolver os seus problemas – A terapia é para pessoas que têm auto-consciência suficiente para perceberem que lucram com a ajuda dum profissional. A terapia ajuda-nos a aprender ferramentas e técnicas para melhorar os nossos relacionamentos íntimos e a qualidade das nossas vidas.

O terapeuta irá resolver os meus problemas - O terapeuta foca-se nos padrões disfuncionais e sintomas na nossa vida que necessitamos de mudar. É talvez como um personal trainer num ginásio – pode ser um guia, mas temos de fazer o trabalho por nós, nós é que pegamos nos pesos.

4. ESCOLHENDO UM TERAPEUTA

Existem alguns tipos de terapias e terapeutas; pode ser um pouco assustador começar. Escolher o terapeuta certo para si pode levar tempo e ser trabalhoso, mas vale a pena o esforço. A ligação que tem com o seu terapeuta é essencial. Precisa de alguém em quem possa confiar, com quem se sinta confortável a discutir questões difíceis, alguém que seja um parceiro no processo de recuperação. A terapia não será eficaz se não tiver esta ligação, este laço. Ao início retire o tempo necessário para achar o terapeuta certo para si. Agora, obviamente que esta ligação se poderá desenvolver e não ser directamente “visível” para si imediatamente nas primeiras sessões. Dê também algum tempo a si e ao terapeuta, é um processo de ajustamento e ligação.

5. PAGANDO A PSICOTERAPIA

A questão financeira é importante na terapia. Diferentes terapeutas, diferentes terapias, grau de experiência, técnicas, são tudo factores que contribuem para os honorários dos terapeutas. Se acha que tem uma boa ligação com o terapeuta sinta-se à vontade para perguntar e tirar dúvidas sobre questões de pagamento, não tenha receio de perguntar que acordos podem ser feitos.

6. TIPOS DE TERAPIA

A maioria dos terapeutas não se limita a um tipo específico de terapia. Em vez disso ajustam-se às necessidades do paciente, dispondo de um leque variado de técnicas e abordagens adequadas à situação em causa.

6.1 Que tipo de terapia é o melhor?

Não existe nenhum tipo de terapia que seja “a melhor”, tal como não existe o melhor “prato de comida” ou o “melhor carro”. Depende dos desejos e necessidades individuais de cada pessoa. Algumas técnicas específicas têm-se vindo a revelar mais úteis que outras no que diz respeito ao tratamento de certo tipo de problemas. No geral, a pesquisa corrente sobre “o melhor tipo de terapia” revela sempre a mesma conclusão: o factor mais crítico é a relação entre si e o seu terapeuta – a chamada aliança terapêutica. Se se sente confortável e confiante nessa relação , o modelo de terapia, tal como o seu carro, é apenas o veículo que irá ajudá-lo(a) a dirigir-se para uma vida mais completa e feliz.

7. O QUE ESPERAR DA TERAPIA

Todos os terapeutas são diferentes, no entanto existem semelhanças no dito processo terapêutico. Normalmente as sessões têm a duração de 50 min a 1 hora e são semanais, apsar de existirem psicoterapias mais intensivas e regulares. A terapia normalmente é conduzida no gabinete do terapeuta, mas os terapeutas também trabalham em hospitais, clínicas, centros de saúde entre outros settings profissionais.

7.1 As primeiras sessões de terapia

As primeiras sessões de terapia são geralmente utilizadas para o terapeuta recolher informação acerca da sua história de saúde mental e física, avaliar a situação e trabalhar consigo para desenvolver um plano de tratamento. No InMental Institute a primeira sessão ou triagem é feita com um Psicólgo Clínico coordenador.

Esta é também uma importante altura para avaliar a sua ligação com o terapeuta. Acha que o seu terapeuta se importa com a sua situação e está a investir na sua recuperação? Sente-se confortável a fazer perguntas e a partilhar informação difícil? Lembre-se, a sua ligação é esencial, por isso se se sentir desconfortável, não hesite em considerar a hipótese de outro terapeuta.

7.2 Quanto tempo dura a terapia?

Cada caso é um caso. Os tratamentos são diferentes e variam de pessoa para pessoa. A duração da terapia depende de muitos factores. Pode ter questões complicadas, ou um problema que quer mudar e isso requer tempo. Alguns tipos de intervenções terapêuticas levam pouco tempo, são de curta duração, outras são de longo-termo e duram mais tempo. No entanto, discutir a duração da terapia é uma questão importante para se colocar ao início com o seu terapeuta. Isto dar-lhe-á uma ideia dos objectivos iniciais, os de médio e longo prazo, e do processo para os atingir. Sinta-se à vontade para falar desta questão quando quiser no seu processo terapêutico pois os objectivos muitas vezes mudam e alteram-se ao longo do tratamento.

7.3 Avaliando o seu progresso

Deve ser algo feito ao longo da terapia. Não existe nenhuma estrada rápida para a recuperação mas muitas curvas, voltas e ocasionalmente retrocessos. Por veze so que parecia um problema aparentemente simples de resolver, torna-se um mais complicado. O seu terapeuta deve trabalhar consigo neste sentido e reavaliar os objectivos e progresso consigo sempre que assim o entenderem. Lembre-se, a terapia não é uma competição. Não somos um fracasso por não atingirmos os objectivos a que nos propusemos dentro de um determinado número de sessões. Olhe para o progresso geral e a aprendizagem feita ao longo do caminho.

7.4 A terapia nem sempre será agradável

Memórias dolorosas, frustrações ou sentimentos podem vir à superfície. Isto é uma parte normal da terapia, e o terapeuta guiá-lo(a)-á neste processo. No entanto deverá ter cuidado se estes sentimentos se mantiverem após várias sessões e se não se começar a sentir bem em ir à terapia. Talvez precise de abrandar o processo. Não se esqueça de comunicar com o terapeta aquilo que está a sentir.

7.5 Como é que eu sei se a terapia está a funcionar?

O crescimento e a mudança é difícil para toda a gente, e excusado será dizer que será uma nova pessoa do dia para a noite. Procure padrões de longo termo no crescimento e mudança. O humor no estado geral poderá estar a melhorar por exemplo. Pode-se sentir mais concectado(a) com a família e os amigos. Uma crise que o(a) tenha fectado no passado pode agora ser levada com muito menos stress. Não se sinta frustrado(a) com retrocessos temporários, fazem parte do processo. Poderá ser desafiador quebrar padrões antigos, fortes que se tornaram disfuncionais, que nos causam desconforto e problemas psicológicos e emocionais.

8. FAZER COM QUE A PSICOTERAPIA RESULTE PARA SI

A terapia é trabalho árduo, mas os benefícios valem bem a pena. Aqui estão algumas dicas para retirar o máximo da terapia:

Não espere que o terapeuta lhe diga o que fazer - você e o seu terapeuta são parceiros na sua recuperação. O seu terapeuta pode ajudá-lo a guiar-se e a fazer sugestões para o tratamento, mas apenas você pode fazer as mudanças que precisa para andar para a frente.

Faça um compromisso com o seu tratamento – não falte a sessões a não ser que tenha mesmo de o fazer. Se o seu terapeuta lhe der trabalho de casa entre sessões tenha a certeza que o faz. Se se depara com a situação de estar a faltar a sessões ou reluctante em ir, pergunte a si mesmo(a) porquê. Estará a evitar uma discussão dolorosa? A última sessão tocou num ponto sensível? Fale acerca da sua reluctância com o seu terapeuta.

Partilhe o que está a sentir – retirará o máximo da terapia se for aberto e honesto com o eu terapeuta acerca dos seus sentimentos. Se se sentir embaraçado(a) ou com vergonha, ou alguma coisa é demasiado dolorosa para falar, não tenha medo de o dizer ao terapeuta. Com calma, podem trabalhar conjuntamente para resolverem as questões.

9. QUANDO PARAR A TERAPIA

Parar a terapia está dependente de si e da sua situação individual. Idealmente, deve-se parar a terapia quando você e o terapeuta decidiram conjuntamente que atingiram os objectivos propostos. No entanto, poderá sentir que retirou “aquilo que queria” da terapia, mesmo que o seu terapeuta sinta as coisas de maneira diferente.

Deixar a terapia pode ser difícil. Relembre-se que a relação terapêutica é um laço forte, e acabar esta relação é uma perda – mesmo se o tratamento foi um sucesso. Fale acerca disto com o seu terapeuta. Estes sentimentos são naturais.

Dr. João FALCÃO - Psicólogo Clínico - JoaoFalcao@InMental.com
Responsável pelo Departamento de Psicologia Clínica do InMental-Institute.com
Telefones (+351):
96 888 96 96 / 21 242 18 26
Av. Visconde Valmor, 35, 4.º Esq.
1050-237 Lisboa
PORTUGAL

Domingo, Fevereiro 22, 2009

Carnaval Feliz em Toulões

* por Fortunato Da COSTA

O que acham destes dois? Eles mal chegam à janela. Mas, acham que estão infelizes?
A menina Patrocínia Fernandes (Pachinha Serrana), organizadora do Carnaval e demais Festas da Freguesia, e ele é o meu primo Tonho (o senhor António Manteigas)

Claro que não… eles foram eleitos, depois de calorosa disputa, os Reis do Espectacular e Fantástico Carnaval de Toulões 2009.

Ela é a menina Patrocínia Fernandes (Pachinha Serrana), organizadora do Carnaval e demais Festas da Freguesia, e ele é o meu primo Tonho (o senhor António Manteigas).

A Felicidade não é um fenómeno consciente. Não é por tanto a procurarmos, ou por ela lutarmos que ela nos bafeja a Vida.

O Carlitos, sofreu uma lesão cerebral em criança. Desde há mais de trinta anos que tem desactivadas algumas zonas do cérebro que suportam as actividades analítico-racionais do seu consciente. Assim, sempre que ouve uma música do seu agrado, por mais que tente, todo o seu frágil corpo dança, ao som de um ritmo que só a ele embala.

Ele bem tenta, segurar uma mãozita com a outra, mas não consegue. Mal solta uma mão, todo o braço vibra e balanceia, ao ritmo da harmonia. A música entra dentro dele e vai-lhe direita à Alma; cientificamente ao subconsciente, precisamente à zona responsável pela coordenação motora.

O Carlitos, curiosamente, é um dos raros casos que, enquanto acordado, o Subconsciente se Sobrepõe ao Consciente. O seu Consciente, não filtra de forma analítica, o que os seus sentidos captam do Mundo exterior. Assim, o que o rodeia, desde que ele não o reconheça como hostil, é aceite quase imediatamente pelo Subconsciente.

A complexidade do consciente, escuda o subconsciente e como é no subconsciente que a felicidade e demais emoções se encontram… Quanto mais complexa a racionalidade do nosso consciente, mais longínquo estaremos a colocar a nossa Felicidade.

Numa simples música, rodeado por todo um Povo que o aceita como ele é, e que com ele dança… o Carlitos conhece a Felicidade. É terno ver a alegria, com que os seus olhos cintilam, ao som da festa.

A racionalidade com que ritmamos o nosso consciente, priva-nos de saborear os momentos mais simples da nossa existência, precisamente aqueles, onde a Felicidade nos espreita.

Vejamos, agora, o caso do meu primo Tonho que nesta fotografia tentou dar-me o seu melhor sorriso de carnaval.
O meu primo Tonho

O Tonho não sabe ler, nem escrever e já leva sessenta e muitos; todavia, a simplicidade com que sempre norteou a sua vida, não o priva de momentos de alegria, nem de felicidade.

Meu Amigos, a tal regra de que os nossos Avós já falavam, acaba aqui, mais uma vez, por se verificar, como verdade.

As horas divertidas que passei, como parte integrante, com este unido e carinhoso Povo de Toulões, neste Domingo Gordo de Carnaval de 2009, leva-me a concluir que…

É na Simplicidade que encontraremos mais facilmente a Felicidade!

* Dr. Fortunato Da COSTA, Mestre em Estudos Europeus pelo Instituto de Estudos Europeus, Licenciado em Administração Pública e Bacharel em Engenharia é Consultor Internacional Perito em Arquitectura Organizacional e Sistemas de Informação, Empresário, Professor, Formador, Orador em Palestras e Conferências, Escritor, Cientista, Inventor, Hipnoterapeuta Hipnólogo Clínico Condicionativo, Director da Fitini.NET ConsultinG, podendo ser contactado pelo e-mail: fitini@fitini.net, pelo telefone: +(351)966377939, ou pela morada: Av. 25 Abril, 22, 2-D, 2795-196 Linda-a-Velha, Portugal, Visite: Fitini.NET ConsultinG

É Proibido utilizar qualquer cópia, ou qualquer parte, deste documento sem autorização por escrito.
Direitos de Autor totalmente protegidas Mundialmente pela Lei, Desde 2009.

Sábado, Fevereiro 21, 2009

Um Engarrafamento dos Diabos em Toulões

* por Fitini Zini
Um Engarrafamento dos Diabos em Toulões

Notícia de Último Segundo:

Lamentavelmente, a menina Pachina Serrana, atravancou uma das muitas auto-estradas e vias rápidas de alta velocidade de Toulões.

O engarrafamento foi de tal forma que encalacrou os Países circundantes, a Espanha, a França e a Itália, tendo chegado quase à Toulica e aos Frades.

O Engarrafamento foi classificado de classe: “Dos Diabos”, ou seja, em termos técnicos: um Engarrafamento Dos Diabos.

Dizia uma das testemunhas:

– Raios partam este trânsito, nunca na minha vida vi nada parecido. Já tenho com que contar aos meus netos e bisnetos. Mas que Engarrafamento dos Diabos – mal conseguia balbuciar o senhor Tó Jacinto, de tanta surpresa.

– “Ralmente” nunca tinha visto tamanho “descalabre” – dizia outro incrédulo cidadão.

As autoridades competentes decidiram já tomar medidas urgentes, para evitar este tipo de situação, nos tempos mais próximos.

Assim, vão-se construir duas pontes e dois aeroportos. Um aeroporto antes da igreja e outro depois. Desta forma quando se quiser passar pela igreja, basta apanhar um avião no aeroporto antes da igreja que nos transporta para o aeroporto depois da igreja durante um longo trajecto de 2 a 3 segundos, dependo do tráfego aéreo.

As pontes servirão para os passageiros subirem para os aeroportos.

Ainda se pensou em fazer uns túneis, mas a Sociedade Protectora das Minhocas ameaçou levar o caso ao Tribunal Europeu, o que demoveu as entidades responsáveis.

Mais se acrescenta que o comboio de alta velocidade – conhecido por TGV – também vai passar, naturalmente e como o progresso exige, por baixo das pontes.

E Viva o Progresso!

( Até já me sinto, mais doente… acho que vou já tomar os remédios, antes que a tosse ataque ).

* por Fitini Zini, um Jornalista de calibre indiplomado e muito, MUITO desatento.

Domingo, Fevereiro 15, 2009

:-)

Sábado, Fevereiro 14, 2009

Fusões e Desemprego

* por Tom Coelho

O nome do jogo é ganho de escala. E o que vemos é concentração econômica em todos os segmentos. Mas o maior subproduto de fusões e aquisições é mesmo o desemprego.

“No mundo globalizado, ou você compra ou é comprado.”
(Francisco Gros)

Se estivesse vivo, Aldous Huxley poderia escrever hoje “Admirável Mundo Oligárquico”. Não seria uma fábula, mas um documentário sobre o universo corporativo a partir dos anos 1990.

Com o fim da guerra fria e o advento da internet, surgiu a era do conhecimento, marcada pela queda das barreiras geográficas e econômicas. A velocidade das transações, o fluxo de informações, a integração promovida pela globalização desenhou um novo paradigma no mundo dos negócios segundo o qual é necessário crescer continuamente.

Fusões, aquisições, incorporações e seus correlatos foram a resposta imediata a esta demanda. O nome do jogo é ganho de escala. Concentrando-se a produção numa mesma unidade industrial, reduz-se a capacidade ociosa das instalações. Unificando-se as operações administrativas, ganha-se celeridade e economia nos processos.

Houve uma época na qual se procurava combater a formação de oligopólios e cartéis. Tempos áureos do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – Cade, julgando administrativamente compras, vendas e associações de empresas sob a égide da lei antitruste buscando zelar pela licitude concorrencial.

O que vemos hoje é a concentração econômica em todos os segmentos. Os bancos largaram na frente, seguidos pelas mineradoras, siderúrgicas, farmacêuticas, montadoras, autopeças, empresas de telecomunicações, eletroeletrônicos e tantas outras.

A grande preocupação de outrora era com relação ao impacto destes movimentos em relação aos preços, ou seja, a criação de megaempresas sufocaria a concorrência, prejudicando os consumidores, em especial em países como o Brasil onde as chamadas agências reguladoras são ineptas e frágeis.

Mas o maior subproduto de fusões e aquisições é mesmo o desemprego. Afinal, não faz sentido manter duas agências bancárias com igual bandeira na mesma calçada, dois profissionais com funções equivalentes para uma mesma atividade.

A crise mundial recente nasceu no mercado financeiro, mas rapidamente vem devastando a economia “real”, que produz bens e serviços e não apenas se ocupa de intermediações e apostas em derivativos. Empresas de grande porte em todo o mundo anunciam diariamente suas listas de dispensas.

Aos governos, cabe repensar a legislação que rege as operações de compra e venda de empresas, em especial buscando proteger companhias de pequeno e médio porte da canibalização do mercado, posto grandes empregadores que são.

Aos RHs das empresas, ficam desafios. Primeiro, para conciliar culturas e valores muitas vezes díspares, buscando a conciliação e a criação de uma identidade corporativa única. E segundo, para conduzir os planos de demissão, procurando arrefecer a dor dos que saem e aplacar os temores e a insegurança dos que ficam.

* Tom Coelho é autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, além de consultor, professor universitário e palestrante. Com formação em Publicidade pela ESPM, Economia pela FEA/USP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, é mestrando em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac. Diretor da Lyrix Desenvolvimento Humano, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br.

Terça-feira, Fevereiro 03, 2009

Párem o Holocausto da Natureza

* por Fortunato Da COSTA

* Dr. Fortunato Da COSTA, Mestre em Estudos Europeus pelo Instituto de Estudos Europeus, Licenciado em Administração Pública e Bacharel em Engenharia é Consultor Internacional Perito em Arquitectura Organizacional e Sistemas de Informação, Empresário, Professor, Formador, Orador em Palestras e Conferências, Escritor, Cientista, Inventor, Hipnoterapeuta Hipnólogo Clínico Condicionativo, Director da Fitini.NET ConsultinG, podendo ser contactado pelo e-mail: fitini@fitini.net, pelo telefone: +(351)966377939, ou pela morada: Av. 25 Abril, 22, 2-D, 2795-196 Linda-a-Velha, Portugal, Visite: Fitini.NET ConsultinG

É Proibido utilizar qualquer cópia, ou qualquer parte, deste documento sem autorização por escrito.
Direitos de Autor totalmente protegidas Mundialmente pela Lei, Desde 2009.

A Vida com Instruções

* por Tom Coelho

A vida que a gente vive parece herdada com instruções, uma bula escrita pelos ascendentes e pela sociedade ensinando-nos o “como usar”. Não dá para ignorar todas as instruções. Mas é possível reescrever algumas.

“A botinha representa a nossa caminhada na vida.

Subi e desci. Andei depressa e devagar.

Cansei e descansei. Entristeci e me alegrei.

E, assim, sempre caminhei.

Hoje estou gasta e cheia de marcas,

mas com a certeza de que valeu a pena.”

(Ditinho Joana)

Agora é pra valer. Fevereiro traz consigo a volta à rotina para a maioria das pessoas. É o fim das férias para muitos trabalhadores e também para os estudantes. Os hotéis turísticos ingressam na chamada “baixa temporada”, com reduzidas taxas de ocupação e preços mais módicos. Empresas retomam a produção paralisada por força da crise do último trimestre de 2008. O trânsito caótico ganha novamente as ruas das grandes cidades. Até mesmo os parlamentares retornam de seu recesso. É hora de desengavetar os planos traçados na virada do ano e partir rumo à sua implementação.

Ler o jornal, acessar a internet, ouvir o rádio – atualizar-se. Fazer telefonemas, responder e-mails, participar de reuniões – comunicar-se. Tomar banho, fazer as refeições, praticar esportes – cuidar-se. A vida é uma sucessão de ações cotidianas (que se repetem diariamente), corriqueiras (desenvolvidas cada vez mais em alta velocidade) e rotineiras (do francês routine, o caminho muito frequentado).

Há um costume equivocado, em meu entender, compartilhado por muitos. É o hábito de separar prazer de obrigação, trajeto de destino, vida pessoal de profissional. Assim, vejo pessoas declararem que sonham passar os últimos dias de suas vidas em uma casa no campo, longe da agitação urbana. E outros que afirmam trabalhar com afinco durante meses apenas para garantir a posse de alguns bens ou uma viagem de lazer no próximo interlúdio.

Ditinho Joana é um artesão nascido, criado e residente na pequena São Bento do Sapucaí, em São Paulo, próxima à divisa com Minas Gerais. Em seus 35 anos de carreira tem talhado em madeira de lei parte de sua história e da vida rural local, lançando mão apenas de uma machadinha, um canivete e um formão. As obras são esculpidas em bloco único, dispensando o uso de colagens ou encaixes. E seu trabalho faz-me lembrar da declaração de Michelangelo, ao cinzelar em pedra, de que “apenas tirava as sobras, pois a estátua já estava lá".

O ícone do trabalho de Ditinho é uma bota. Simples, amarrotada, calejada. A bota que capinou o chão, que escalou montanhas, que pisou o barro. A bota que o conduziu de lavrador a artista, que edificou sua casa e construiu sua família.

Atendendo hoje em seu próprio ateliê, seu sorriso gracioso denuncia que a trajetória – cotidiana, corriqueira e rotineira – valeu a pena.

A vida que a gente vive parece herdada com instruções, uma bula escrita pelos ascendentes e pela sociedade ensinando-nos o “como usar”. O que devemos, podemos ou não dizer e fazer. O que é ético, antiético e aético. O que é moral, imoral e amoral. O que é certo e o que é errado. Tarefas por realizar, planos por concretizar, horários por cumprir. Dias que sucedem, com noites intercaladas, algumas maldormidas, outras serenas pela leveza da boa consciência.

Não dá para ignorar todas as instruções. Mas é possível reescrever algumas. E encontrar prazer na obrigação, contemplar o trajeto até o destino, conciliar vida pessoal e profissional. Descansar em uma casa no campo em um final de semana e não apenas ao final de uma vida.

A lição de Ditinho é para ser aprendida. Espero que minhas botas também fiquem gastas e repletas de marcas. Continuo caminhando...

* Tom Coelho é autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, além de consultor, professor universitário e palestrante. Com formação em Publicidade pela ESPM, Economia pela FEA/USP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, é mestrando em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac. Diretor da Lyrix Desenvolvimento Humano, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br.

Arte de Liderar num Mundo Globalizado

* por Sonia Jordão

Estamos diante de uma conjuntura com guerras, aumento da violência urbana, crescimento populacional acelerado, concentração de renda e empobrecimento da população. Como conseguir vencer esses desafios? Como motivar os colaboradores a buscarem qualidade, produtividade e ainda trabalharem na velocidade que os clientes exigem? Como reter os melhores profissionais nas organizações? Que mudanças precisam ser implementadas? Só através de líderes que queiram e gostam de lidar com pessoas, conseguiremos chegar a bons resultados.

Antigamente, existia o modelo de gerenciamento através do modo “comando e controle” de dirigir uma organização. Atualmente, na maioria das organizações, nós não obedecemos mais ordens, pelo menos sem que haja uma boa razão para isso. “Comando e controle”, baseado na mentalidade militar eram apropriados até os anos 80, num clima social diferente e num ambiente empresarial estável. Hoje essa estabilidade acabou e o que existe é um ritmo frenético de mudanças.

Líder é aquele que mantém pessoas que acreditam nele, que possui seguidores. Agora, quando o foco é a organização, podemos dizer que líderes são aqueles que conseguem os bons resultados esperados, através de outras pessoas. O que diferencia uma organização de outra são as pessoas que a compõem e, principalmente, a forma de gestão existente, porque a tecnologia, a qualidade e os preços praticados são praticamente iguais. Por isso, os líderes precisam tomar as decisões dentro de vários contextos e para tanto precisam usar o máximo de informações para minimizar os erros. O bom líder não dá ordens, controla ou pune. Ele colabora, orienta, desenvolve conhecimentos e habilidades, apóia-se na solução de problemas e reconhece o esforço e o mérito pessoal de seus liderados. Para ele, as pessoas são o que de mais importante existe em seu trabalho.

Para vencer, as organizações devem assumir riscos, querer romper com o passado e enfrentar mudanças árduas. Portanto, os líderes devem mostrar às pessoas o motivo e a maneira para saírem de onde estão e como, juntos, se lançarão a uma nova expedição em busca do futuro. Precisam se expressar com palavras e ações. Liderança é uma arte. É a arte de conduzir as pessoas para que façam o que é necessário por livre e espontânea vontade.

Líderes antevêem os problemas e diligenciam soluções. Para ser um bom líder é necessário ter conhecimento sobre a própria função, ter um bom relacionamento interpessoal, aceitar as responsabilidades do cargo e ser aberto a mudanças. Líderes conseguem extrair o melhor de cada pessoa, dando-lhes autoridade para que possam ter suas próprias idéias e agir de acordo com elas. O líder será bem-sucedido se souber comportar-se adequadamente de acordo com as diversas situações, ou seja, se conseguir perceber cada contexto e adaptar o melhor método de liderança em função das circunstâncias . A liderança é uma característica a ser desenvolvida. O líder não nasce pronto.

Os líderes conseguem tocar o coração das pessoas antes de pedir ajuda. Eles devem estar dispostos a se tornarem mais sensíveis e compreensivos quanto às diferenças culturais, sociais, étnicas e de sexo, no local de trabalho, e a demonstrarem essa sensibilidade e compreensão, para que esse local seja uma expansão significativa da cultura empresarial. Existem líderes que, diante de um grupo de pessoas, só vêem o grupo. Mas os grandes líderes, diante de um grupo, enxergam pessoas distintas, com suas aspirações, querendo viver e querendo mostrar suas competências.

Quem quiser ser um bom líder precisará desenvolver diversas características pessoais, qualidades ou virtudes, muito importantes. Entre elas: integridade, entusiasmo, firmeza, auto-motivação, empatia, imparcialidade, humildade, sensibilidade, criatividade, iniciativa, flexibilidade, e dinamismo.

É necessário também que o líder tenha credibilidade e bom humor, saiba ouvir, influenciar e se relacionar com as pessoas, seja observador e tenha estabilidade emocional. Precisa também ter habilidade para equilibrar a razão e a emoção.

Ser líder não é fácil e ninguém consegue ter todas as virtudes necessárias. O ideal é buscar ter o máximo possível de qualidades entre as citadas e saber as características que precisam ser trabalhadas, buscando tornar-se a melhor pessoa possível. Trabalhe e melhore suas qualidades, sem se esquecer que é muito importante querer ser líder. Conheça seus pontos fortes e fracos para ir se superando e crescendo como pessoa. O profissional que reúne boa parte das características acima vale ouro no mercado de trabalho.

Um dos maiores líderes da humanidade foi Jesus Cristo. Ele tinha algumas características que todos os líderes deveriam procurar ter. São elas: ser muito compreensivo e inspirador; ter o dom da oratória, seu discurso era simples e claro; ser um grande conselheiro; possuir humildade e compaixão. Mas, sobretudo, era detentor da confiança de seus discípulos, acessível e comprometido e, além de tudo isso, tinha fé. É impossível sermos um líder como ele, mas podemos imitá-lo em suas qualidades de liderança para sermos líderes melhores.

Publicado no Jornal Gazeta Mercantil, em 02 de maio de 2003.

Texto extraído do livro A Arte de Liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado.

* Sonia Jordão é conferencista, consultora e facilitadora de cursos. Especialista em liderança com vasta experiência na área empresarial e acadêmica. Autora dos livros: A Arte de Liderar e E agora, Venceslau?.
E-mail: tecer@soniajordao.com.br
Site: www.soniajordao.com.br
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